Rodriguinho chegou ao Bahia para ser o meia que Roger Machado busca para o time (Foto: Divulgação)

A reapresentação do elenco do Bahia ficou em segundo plano na Cidade Tricolor. Nesta segunda-feira (17), todas as atenções estavam voltadas para o novo camisa 10 do clube. Depois de ser anunciado oficialmente, o meia Rodriguinho foi apresentado para a imprensa.

Acompanhado do diretor de futebol Diego Cerri, o meia rasgou elogios ao clube no seu primeiro contato com o Esquadrão. "O Bahia tem um poder econômico interessante, uma estrutura boa, um time competitivo, um treinador que respeito e me deu uma estabilidade que eu preciso", disse ao ser questionado sobre os motivos por ter escolhido o Bahia.

Já ao ser perguntado sobre a instabilidade da equipe, o novo contratado mostrou estar a par da realidade, mas preferiu não comentar:

Aos 31 anos, Rodriguinho chega após uma temporada ruim no Cruzeiro. Anunciado com pompas pelo time mineiro - que o contratou como substituto de Arrascaeta -, ele sofreu com lesões na coluna e ainda amargou o rebaixamento à Série B do Brasileirão com a Raposa. Agora, diz que está curado do problema e motivado para dar a volta por cima.

"Sofri um pouco com a coluna no ano passado, graças a Deus está superado. Foi um período difícil, nunca passei isso na carreira, tanto tempo sem jogar. Deixo o meu agradecimento ao DM (departamento médico) do Cruzeiro, me tratou bem. Estou curado, motivado para chegar aqui e fazer um grande trabalho, me preparar bem, estar no meu auge para fazer um grande trabalho e conquistar títulos", explicou o jogador. Em 2019, ele só jogou até o final de maio. Depois passou por cirurgias na coluna em julho e em outubro.

No Bahia, Rodriguinho vai usar a camisa 10, número que estava vago desde a saída de Ramires, emprestado ao Basel, da Suíça, no ano passado. A posição é uma lacuna que o clube tentou preencher em 2019 com a contratação do venezuelano Guerra, sem sucesso.

O meia explica que, além do 10 clássico, pode fazer outras funções do meio-campo e ataque. "A expectativa sempre existe em torno dessa camisa. Me passaram que o pessoal vem cobrando um camisa 10, não desrespeitando o pessoal que está aqui e tem qualidade para essa função. Eu chego ansioso para suprir essa necessidade, motivado para estar ajudando o Bahia a crescer cada vez mais. Que seja um ano de vitórias e conquistas, que a gente possa conquistar os títulos que desejamos".

"Eu já joguei tanto no tripé quanto como dez centralizado, flutuando. Também como segundo atacante. Quanto a isso é muito tranquilo para desempenhar as funções. Roger é um cara experiente, me conhece bem, onde eu posso ter uma melhor performance. A gente vai sentar, vai conversar para saber o que ele quer de mim", disse Rodriguinho.

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