O deputado federal Bacelar (Podemos-BA) ocupou a tribuna da Câmara, nesta terça-feira (13), para reafirmar as críticas à medida do Ministério da Educação, que retirou da Base Nacional Comum Curricular as expressões “orientação sexual” e “questões de gênero”.
Na avaliação de Bacelar, esta foi mais uma manobra do presidente Michel Temer para garantir o apoio da bancada religiosa no Congresso. “Para se manter no poder e conseguir apoio, vale tudo, até colocar em risco a vida de milhares de brasileiros que sofrem, diariamente, com a violência, tortura e bullying, pela sua orientação sexual, que, diga-se de passagem, não escolheram”, disparou.
O parlamentar também elogiou a iniciativa do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de instaurar ações no Supremo Tribunal Federal (STF) contra leis municipais que proíbem o ensino de ideologia de gênero, nas escolas mantidas pelas prefeituras.
"Essas leis violam dispositivos constitucionais que garantem o direito da igualdade, a proibição de censura em atividades culturais, a laicidade do Estado, a exclusividade da união para legislar sobre as diretrizes e bases da educação, o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas. Que essas ações do procurador-geral sirvam de advertência ao MEC. Para desmontar os pequenos avanços que a educação brasileira conquistou nos últimos anos, o ministério tem tomado medidas retrógradas".
Segurança Bahia registra em setembro menor número de mortes violentas dos últimos 14 anos
Eleições 2026 Forças Estaduais garantem segurança para população baiana no 1° turno
Eleições 2026 Marcus Sarmento mostra força nas urnas e faz Niltinho e Carletto liderarem votação em Itanagra
Eleições 2026 Jussara e Cajado despencam e terminam eleição com menos de mil votos em Dias d’Ávila
Balanço PM-BA registra 147 ocorrências eleitorais na Bahia
Sem vaga na Câmara Ex-prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho tem 5 mil votos e perde eleição