“Ele estava usando um documento falso de identidade com o nome de Mário Batista dos Santos. Isso nos fez perder um pouco de tempo para localizá-lo, mas no final achamos”, contou o coordenador da Força-Tarefa, major Marcelo Barreto.
As investigações indicam que Marreno fazia contato com presos custodiados no sistema prisional e determinava o assassinato de rivais. O major destacou que ele estava, desde o início da semana, entregando drogas e planejando ações criminosas, na Linha Verde.
“Montamos a campana e seguimos acompanhando o veículo modelo Corolla, cor branca, utilizado por ele e Anselmo. No momento certo, sem colocar em risco inocentes fizemos a abordagem. Sabíamos, que pela periculosidade do criminoso, teria reação”, destacou Barreto. Anselmo, que morreu junto com Marreno, também tinha passagem em unidades policiais por roubos.
O caso foi registrado no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). As armas (pistola ponto 40 e espingarda calibre 12), drogas (dois tabletes de maconha) e munição apreendidas com os criminosos foram encaminhadas para o Departamento de Polícia Técnica (DPT).
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