O programa de TV do
PC do B dedicou cerca de um terço de seus 10 minutos de duração para rebater as denúncias que atingem o Ministério do Esporte e seu titular, Orlando Silva. Numa fala de 1min20seg, o próprio ministro fecha o programa dizendo que as acusações, entre elas a de que teria recebido propina, são "uma tentativa atrapalhada e atingir não só a história do partido, mas a mim também". Ele falava sobre a importância que o ministério ganhou sob a gestão do PC do B nos últimos oito anos e sobre a escolha do Brasil para sediar a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas de 2016 no Rio. "É claro que a importância que o Ministério do Esporte conquistou através do trabalho do PC do B incomoda muita gente", afirmou. Ele chamou as denúncias de "mentirosas, que partiram de um sujeito procurado pela Justiça". Depois, repetiu discurso já feito a parlamentares de que vai "até as últimas consequências", incluindo ações na Justiça, para se defender. "Farei o que for preciso para que a verdade fale mais alto". O programa, que foi ao ar às 20h30 em rede nacional, começa com uma atriz dizendo que "em 90 anos, o PC do B nunca se envolveu em qualquer tipo de escândalo, porque nunca tolerou qualquer desvio de conduta". Depois, aparece o presidente do partido, Renato Rabelo, repetindo que o PC do B colabora com o governo de Dilma Rousseff "fiscalizando e não tolerando qualquer tipo de desvio de conduta". "Todas e quaisquer acusações contra o PC do B se revelaram mais cedo ou mais tarde mentiras, denúncias sem provas, tentativas fracassadas de atingir a imagem do partido", afirmou. O programa também dedica tempo para o vereador de São Paulo, Netinho de Paula, pré-candidato à prefeitura da cidade; e à deputada federal Manuela D'Ávila, pré-candidata à prefeitura de Porto Alegre. [caption id="attachment_2483" align="aligncenter" width="200" caption="Orlando Silva na TV"]

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Denúncias Orlando Silva é acusado pelo policial militar João Dias Ferreira de comandar um suposto esquema de desvios do Ministério do Transporte e de ter recebido um pacote com notas de R$ 50 e R$ 100 na garagem do ministério. O ministro nega as acusações e diz que a denúncia é uma tentativa de tirá-lo à força do ministério. Além de negar a existência do esquema, Orlando diz que a acusação é uma "reação" pela cobrança de cerca de R$ 3 milhões de ONGs do policial por suspostas irregularidades em convênios com o Ministério do Esporte. As informações são do G1.