A greve parcial dos policiais militares da Bahia foi considera ilegal pelo o juiz da 6ª Vara da Fazenda Pública, Ruy Eduardo Almeida Brito. O Magistrado determinou o retorno imediato dos PMs ao serviço, segundo informações da Secretaria de Comunicação do Estado. A decisão foi tomada após entrega do requerimento do Estado, por meio da Procuradoria Geral do Estado, à Vara da Fazenda Pública. O juiz decidiu que a Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (ASPRA - BA) suspenda o movimento grevista, cumprindo a decisão de imediato, sob pena de multa de R$ 80 mil, por cada dia de paralisação a partir desta quinta-feira (2). O juiz intima ainda a Polícia Militar, via Comando Geral da instituição, para o cumprimento da determinação. A decisão foi apresentada no final da manhã desta quinta-feira (2), pelo procurador geral do Estado, Rui Moraes, na sede da Fundação Luis Eduardo Magalhães, no Centro Administrativo da Bahia. Início da paralisção Em uma assembleia realizada na tarde da última terça-feira (31), os policiais militares e os bombeiros ligados à Associação de Policiais e Bombeiros do Estado da Bahia (Aspra) decidiram entrar em greve por tempo indeterminado. Os policiais reivindicam o cumprimento da lei 7.145 de 1997, com pagamento imediato da GAP V, incorporação da GAP V ao soldo, regulamentação do pagamento de auxílio acidente, periculosidade e insalubridade, cumprimento da lei da anistia e a criação do código de ética, além da criação de uma comissão para discutir um plano de carreira para a categoria. Por Daniela Costa / Foto: Reprodução
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