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Docentes decidem por dar continuidade à greve

Docentes recebem apoio de estudantes de Mata de São João em assembleia realizada em frente à Secretaria de Educação.

06/06/2012 11h15
Por: Redação
Da Redação ?Povo unido é povo forte não teme a luta, não teme a morte. A greve é minha a greve é sua, a greve continua!?, cantando o hino dos grevistas, os professores se reuniram nesta terça-feira (5), em frente à Secretaria de Educação, no Centro Administrativo da Bahia (CAB) e decidiram de forma unanime que a greve continua. Forças sindicais estiveram presentes, como: A Central Única dos Trabalhadores (CUT), o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB). Também esteve presente a Associação de Mães e Pais de Alunos de colégio público (AMAP) e grupos de estudantes em apoio à categoria. Cerca de 60 alunos de Mata de São João foram acompanhar e apoiar a decisão dos docentes.

Os estudantes da re

Os estudantes da rede pública de ensino levaram faixas, cartazes e apitaram para chamar a atenção das autoridades públicas sobre a greve. Eles foram aplaudidos pelos professores, pais e outros alunos pela participação na manifestação e por levar o seu apoio à classe. A professora Cristiane Bastos, professora do colégio Getúlio Vargas elogiou a participação dos estudantes. ?A iniciativa dos alunos é muito positiva e ajuda nos fortalecer?, conta. Vários professores e associados dos sindicatos falaram e incentivaram a categoria a seguir na luta pelos 22,22 %. Para os grevistas a greve não é apenas pelo salário, mas sim pelo cumprimento da lei 11.738, que regulariza o piso salarial do profissional de magistério público da educação básica. O presidente AMAP, Antônio Moura conta, que os professores devem continuar a greve até conseguirem o beneficio e que os pais, os apoiam. ?Quando eles conseguirem e voltarem às aulas, nossos filhos irão se beneficiar por que ensino será de melhor qualidade?, acrescenta. A diretora da APLB, Ana Angélica Bastos conta que após a decisão de continuidade da greve, o sindicato irá traçar os movimentos que farão durante a semana, mas que os professores seguem acampados na Assembleia Legislativa. ?Nós não aceitamos essa oferta, não vai ter gratificação esse é o mesmo salário, que foi transformado em subsídio, isso é inconstitucional?, revela. Por: Izana Santos/ Foto: Ag Mais Região
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