Os professores estaduais, em greve há mais de 80 dias, prometeram e cumpriram: organizaram uma grande manifestaçao durante o cortejo do 2 de Julho. A categoria está divivida em 10 alas, como dos aposentados, ditadura, estudantes, e ostentam um judas do governador Jaques Wagner. Muitas vaias foram dirigidas ao governador desde sua chegada e o Largo da Lapinha foi isolado por grades e policiais militares. "É um protesto para mostrar à população que os professores em greve precisam de ajuda. Não somos professores de ponta, mas mas temos potencial e temos que ser valorizados", disse um dos diretores da APLB Sindicato e integrante do comando de greve, Valmir Assis, em referência às declarações do professor Jorge Portugal ao site
Metro1. 
Em contato com o
Metro1, o deputado e presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT), classificou o protesto dos professores como algo normal e disse que é um "direito do trabalhador".
Verba do Fundeb O secretário estadual de Administração, Manoel Vitório, comentou sobre a abertura das contas do Fundo Estadual de Educação (Fundeb), uma das reivindicações dos professores estaduais em greve. De acordo com o secretário, não há dificuldade para a abertura das contas. "Não há dificuldade, inclusive tem o Portal da Transparência, mas fica se insistindo nestas coisas. O secretario da Fazenda de tempo em tempo faz sua explanação. O requerimento da APLB com pedido de abertura das contas do Fundeb a secretaria da Fazenda certamente deve responder. Não vejo problema algum nisso".
Por Daniela Costa - Com reprodução do Metro1 / Fotos: Metropress