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Pesquisa: 30% dos profissionais trabalham em carreira escolhida na infância

Maioria dos homens queria ser engenheiro e mulheres, professoras.

19/11/2012 16h55
Por: Redação
O que você queria ser quando crescesse? Uma pesquisa realizada pelo LinkedIn mostrou que as principais profissões dos sonhos na infância eram engenheiro (15%) e professora (15,6%), para homens e mulheres, respectivamente. Para os homens, além de engenheria, as carreiras desejadas eram piloto de avião (7,9%), professor (7,4%), cientista (6,6%) e atleta profissional (5,1%). Já as mulheres, além de lecionar, gostaria de ser médica, enfermeira ou técnicas de enfermagem (6,2%); escritora, jornalista ou romancista (5,6%); veterinária (5,6%) e advogada (5,6%). Praticamente um em cada três usuários do LinkedIn pesquisados ao redor do mundo (30,3%) afirmaram que trabalham atualmente na profissão sonhada na infância ou seguem uma carreira relacionada. Os profissionais que disseram que não tem a profissão sonhada na infância foram mais propensos a citar "Conforme fui ficando mais velho, acabei me interessando por uma carreira diferente", como a principal razão para trabalharem em uma área diferente (43,5%). "Os trabalhos que aspiramos quando criança são a janela para nossas paixões e talentos", diz Nicole Williams, expert de carreira do LinkedIn. "Identificar e entender essas paixões são a chave para melhorar nossa performance e aproveitamento no trabalho que fazemos atualmente, mesmo se não forem relacionados à carreira que sonhamos quando criança." Mais de 70% dos profissionais disseram que a característica mais importante da profissão dos sonhos é "ter prazer no seu trabalho." Em segundo lugar está "ajudar os outros" (8%), seguido de "um bom salário", com um pouco mais de 6% da escolha dos profissionais. O LinkedIn também deu uma olhada no número de usuários da rede que tem carreiras bem legais. Por exemplo, existem atualmente mais de 49 mil usuários do LinkedIn no Brasil que são arquitetos, mais de 34 mil que são estilistas de moda e mais de 31 mil que são CEOs. Há também 15 arqueólogos, mais de 90 joalheiros e mais de 600 especialistas em Vinho/Cerveja no Brasil, que são membros do LinkedIn. Reprodução: Metro1 / Foto: Ilustrativa
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