O prefeito de Dias d’Ávila, Alberto Castro em participação no Programa É do Povo, nesta segunda-feira (02) falou sobre a construção da nova rodoviária no Entroncamento. Durante a entrevista, ele explicou que na gestão passada, da ex-prefeita Jussara, foram repassados R$ 400 mil a mais a empresa responsável pela obra.
“A gestão passada tomou o empréstimo de R$ 46 milhões para a construção de duas obras: rodoviária e Praça da Nova Dias d’Ávila. No ano passado fizemos uma auditoria das duas obras, que estavam paradas. Na obra da rodoviária, durante a auditoria, nós identificamos que a empresa recebeu quase R$ 400 mil a mais. Conversamos com a empresa, ela confessou que recebeu esse valor, procuramos o Ministério Público, fizemos um acordo, o MP documentou para que o dinheiro fosse devolvido e optamos pela continuidade da obra, para não prejudicar o serviço e cumprir o contrato”, explica o prefeito.
Para Castro, a rodoviária no centro da cidade é um erro e o local ideal seria no Entroncamento, mas não no terreno onde está sendo construído, próximo a rotatória da empresa Indaiá. A obra teve início na gestão de Jussara. “A rodoviária no centro da cidade foi um erro lá atrás, não comporta e não tem condições de ser no centro da cidade. Em qualquer município a rodoviária é feita no Entroncamento. No Entroncamento é ideal, mas o projeto é não é adequado. O tamanho da área não adequada e não temos condições de futuramente ampliar. Eu faria a rodoviária no Entroncamento, mas não naquele local onde está sendo construído”, avalia.
Votação na Câmara
Segundo Alberto Castro para finalizar a obra é necessário que a Câmara de Vereadores aprove um recurso de mais de R$1 milhão já disponível. “A gente está com um problema que depende da Câmara. A gente tem um recurso que já está disponível de aproximadamente R$ 1,3 milhão, que precisamos utilizar na conclusão desse serviço e fazer uma adequação contábil no orçamento do município. Requer que a câmara vote para o ajuste contábil. A gente precisa que a Câmara vote esse projeto para que a obra não pare!”, dispara.
Assista a entrevista: