Do A Tarde É inegável contestar a eficiência de Souza. No Campeonato Brasileiro, o atacante atuou apenas em 19 partidas das 39 realizadas. Menos da metade do torneio, 48,8%. Tempo, porém, suficiente para o Caveirão se sagrar artilheiro tricolor no certame (8) e no ano (27). A ausência do camisa 9 foi sentida não apenas pela torcida, mas, principalmente, pelo time. Órfão de um artilheiro nato, o Bahia ostentou o título de pior ataque do disputa, com míseros 37 tentos marcados. Para 2013, não só o departamento médico tricolor, mas a preparação física do clube já está em 'alerta'. Afinal, o objetivo de ambos os setores é reduzir, ao máximo, o número de lesões que 'forçaram' a saída de Souza na temporada. Para se ter uma ideia, dos 19 jogos que o camisa 9 perdeu na Série A, 13 foram por problemas físicos. Ao longo de 2012, foram quatro estiramentos, sempre na coxa direita. Os outros cinco, por suspensão - quatro por conta de pena imposta pelo STJD e um pelo terceiro cartão amarelo. Segundo o coordenador médico do Bahia, Marcos Lopes, o atacante é um caso ímpar no elenco. Souza seria um atleta com predisposição para ter lesões musculares. "O biotipo dele favorece o aparecimento delas. E o histórico confirma isso. Porém, já traçamos um trabalho específico para ele", disse, sem, porém, detalhar. Foto: Reprodução Clube
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