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27/02/2013 10h14
Por: Redação
Da Redação Com a greve dos vigilantes e seguranças privados do estado da Bahia, desde terça-feira (26), os bancos continuam sem poder prestar os serviços aos seus correntistas. De acordo com informações do Sindicato dos Vigilantes da Bahia (Sindvigilantes-Ba), o motivo para a paralisação é a falta de pagamento de algumas empresas de vigilância do adicional de periculosidade de 30%. Em dezembro do ano passado, a presidente Dilma Rousseff sancionou a lei 12.740/2012, que estende o adicional de 30% de periculosidade aos vigilantes e seguranças privados, devido ao risco de roubos ou outras espécies de violência física. Segundo o Sindivigilantes-Ba, algumas empresas já se manifestaram em relação a paralisação, oferecendo o pagamento na primeira semana do mês de março, caso suspendam a greve. Entre elas estão a Vipac, MAP, MF, MJR, Prosegur, Escolta VIP e a Java. Em Salvador, os trabalhadores protestaram invadindo alguns bancos e realizaram uma passeata na avenida Sete de Setembro rumo ao bairro Comércio, dois locais com grande concentração de agências bancárias. A decisão da greve foi tomada depois de uma rodada de negociação, sem sucesso, entre as empresas e os trabalhadores nesta segunda-feira (25). A paralisação que reúne cerca de 35 mil vigilantes em todo o estado, atinge estabelecimentos como hospitais, escolas, shoppings, bancos, entre outros. Bancos Com isso, um dos setores mais afetados com a paralisação são as agências bancárias. De acordo com o Sindicato dos Bancários da Bahia, os bancos públicos (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNB) suspenderam o atendimento em todas as agências. Já a maioria das agências privadas está funcionando mesmo sem vigilância. Segundo o sindicato, várias denúncias foram registradas por funcionários dos bancos, que estão trabalhando mesmo sem segurança.  Em Mata de São João, apenas os caixas eletrônicos estão funcionando. Os funcionários estão trabalhando com expediente interno. Com base na lei federal de nº 7.102/83, é necessária a presença de, no mínimo, dois vigilantes em cada agência, para que haja regularidade no funcionamento. Caso o atendimento seja retomado, mesmo com a greve dos vigilantes, qualquer ocorrência será de responsabilidade do banco.  
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