Moisés Reis dos Santos foi condenado a 20 anos três meses de prisão em regime fechado por homicídio qualificado por motivo torpe e ocultação de cadáver. O julgamento, que ocorreu no Tribunal do Júri do Fórum Desembargador Francisco Pondé Sobrinho, teve inicio às 9h40 e termino por volta das 18h30.
Além de Moises, o julgamento também teve como réu, Igor dos Santos Santana. Ele foi absolvido pelo Juri em vistas a denúncia do Ministério Público que pedia a absolvição do acusado por entender que Moisés teria o coagido a enterrar o corpo.
Em seu depoimento, Igor disse que recebeu o convite de Moisés para fumar, e que quando chegou no local se deparou com o corpo, e que o colega, armado, o obrigou a enterrar o cadáver.
O Mais Região apurou que Moises se manteve em silêncio e só respondeu aos questionamentos do seu advogado de defesa.
De acordo com a investigação da Polícia Civil, Moisés, conhecido como Galego, matou e enterrou Bruno Michel Alves dos Santos no dia 11 de maio de 2017, no distrito de Amado Bahia. Na época, o acusado confessou também que havia mata e enterrado outro jovem: Paulo Alves dos Santos, conhecido como ‘Paulinho’, assassinado no dia 19 de julho de 2017, no Caboré. Os corpo foram encontrados em novembro de 2018.
Moisés ainda detalhou à polícia que tatuou em seu corpo um cemitério, em que cada túmulo corresponde a uma morte.