Geral Monica Costa
E a vida sem celular?
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29/06/2023 08h37 Atualizada há 3 anos atrás
Por: Keila Abreu Fonte: Monica Costa
Ilustrativa

Olá pessoas, como estão vocês?

Hoje vou contar como foram os meus dias sem aparelho celular, durante dois momentos diferentes: na pandemia, em 2020 e agora, recente, em 2023. E pasmem, a ausência do celular durante 10 dias em abril de 2020 no pico da pandemia, não me fez tanta falta quanto agora, que foram apenas 4 dias e Moni quase surtou...genteeee, foi punk, confesso.

Então, senta que lá vem história e aviso logo que vai ser textão (kkkkkk).

Em 2020 quando o aparelho quebrou, eu estava mesmo precisando desacelerar de uma rotina intensa ligada no 500v. Assim, acredito que eu lancei fervorosamente isso para o Universo e fui atendida.

Naquele período eu havia me mudado temporariamente para a casa de minha filha, em Salvador, e foi quando começou a “febre” das “lives”, e eu, entrei nessa, assistia lives, as vezes, o dia inteiro, com diferentes abordagens. Isso eu fazia pelo notebook, assim como, palestras e cursos on line. E a ausência, do celular, estava sendo facilmente administrada, mesmo sem whatsapp, pois eu não tinha baixado no computador.

Também me aventurei em aprender novas receitas, comidinhas e sobremesas e isso demandava tempo e tal. Além das toneladas de banhos com álcool gel, água e sabão nas compras vindas da rua. Segundo Luana, minha filha, faltou pouco para eu despejar o frasco de álcool gel nela também kkkkk.

E assim, a vida seguiu, durante 10 dias, sem celular, sem zap, mas com notebook.

Depois, Luana antecipou o dia das mães e me presenteou com um aparelho novo.

Eis que, finalzinho de maio deste ano, o aparelho presenteado, já vinha dando sinais de cansaço e aí, no dia 27/05, em pleno plantão imobiliário (sim, para quem não sabe, eu também sou corretora), o celular resolveu, por conta própria, não ligar mais. E novamente, eu seguia sem o zap instalado no notebook. Voltei a usar o messenger do facebook, e teve amiga que achou até que não fosse eu, que meu face tivesse sido hackeado, né Betinha? Pois eu só uso essa rede no ápice do desespero kkkkk. E outra, que achou estranho não ter story no @voltasdamoni, no primeiro dia do mês, marcando as zamigas no ritual de soprar canela, mentalizando abundância, né Erika?

E aí, comecei a saga de querer trabalhar sem o meu celular e o pior eu só sabia de cabeça, decorado, pouquíssimos contatos, no máximo, talvez de 5 pessoas...e o desespero reinou de verdade, confesso. Misericórdia...não foi fácil de administrar os perrengues, não.

Precisava pedir água mineral no delivery, e aí, como fazer? Todos os contatos na agenda do celular pifado. Tentei conseguir um aparelho emprestado, mas não rolou. Era final de semana e em Imbassaí não tem loja de assistência técnica e eu já agoniada...aff...fui perturbar as zamigas e pedir “help”. Tadinha da Ana Paula, essa foi quem mais sofreu comigo, deixei ela doidinha kkkkk e rolou até amnésia no entregador de água mineral, né amiga? Kkkkkkkk tudo bem que eu sou uma cigana, mas já estou morando há 1 ano e meio na mesma casa e ele já fez trocentas entregas aqui e do nadaaaaa, esqueceu o local...kkkkkk. Genteeeeee, pensem na confusão e das brabas. Até que tive a ideia de pedir para Ana enviar minha foto para ele, pelo zap. Ufaaaaaa, e assim, consegui sanar a minha sede.

E prá ficar com mais adrenalina, no meu terceiro dia sem celular, recebi a notícia, via msn, que minha mãe estava no hospital. Ah! detalhe, nesse intervalo, eu tinha conseguido entregar o celular quebrado para um técnico de minha confiança e neste mesmo dia, eu tive que ir buscar de volta, sem consertar, pois eu precisava ir para Salvador, com urgência, e levaria comigo o aparelho para resolver a pendência por lá. Nessa aventura, entre entrega e recolhe celular quebrado, fiz andando, aproximadamente 3km. Tá bom prá vocês?

Tinha também uma aula experimental agendada, onde eu faria dupla com a Rosa, e havia marcado ponto de encontro com ela, às 8h, na padaria, para seguirmos juntas em direção ao treino, pois ela não conhecia o espaço. E aí, como avisar que eu não iria mais? Kd o contato dela? Fui na padaria, fiz um bilhetinho (pois quem me conhece sabe, o quanto eu sou pessoa “da palavra”), expliquei para Ana Paula (minha salvadora “mor” dos perrengues kkkk), ficar de olho que a Rosa, em algum momento, chegaria na padaria, e aí, antes dela ficar na raiva, me esperando e sem entender o ocorrido, Paula entregaria o meu bilhetinho, onde fiz uma síntese da situação. Nossaaaaaaa, foram muitas emoções.

E tinha também o texto do mês de Maio, desta coluna, que eu precisava enviar para Keila, a jornalista, aprovar e postar. Esse texto passeou por vários e-mails, né Sirleide, Fred e Jana? kkkkkkkkkkkkkk

E o colega corretor, Fred, que esqueceu de passar um recado importante e só lembrou quando eu já estava com celular consertado kkkkkk.

Fui para Salvador, sem notebook, ou seja, completamente incomunicável, até que minha filha achou um aparelho antigo dela, colocou meus chips, rolou aquela confusão na agenda...mas funcionou.

Depois, quando o furacão passou, e o turbilhão na minha mente se acalmou, eu consegui providenciar o conserto no meu celular, que era apenas, a troca da tela.

Diante das cenas que aconteceram em curto espaço de tempo (isso aqui foi uma pequena amostra kkkk) eu me peguei com algumas reflexões:

- Tudo passa...

- Nem tudo é urgente...

- O celular ajuda muito...

- O celular atrapalha muito...

- A mente é que dá o comando...

- Sabedoria é ter equilíbrio...     

Xêro da Moni, e lembrem dos comentários.