Camaçari É do Povo
"Vamos comparar o antes e depois", dispara Flávio Matos contra críticas de Caetano
O presidente da Câmara de Camaçari, Flávio Matos (União Brasil) participou desta sexta do Programa É do Povo.
28/07/2023 15h30 Atualizada há 3 anos atrás
Por: Fonte: Mais Região
Eric Machado

O presidente da Câmara de Camaçari, Flávio Matos (União Brasil), criticou as falas do Secretário de Relações Institucionais, Luiz Caetano (PT), em participação do Programa É do Povo, nesta sexta-feira (28). O petista afirmou na semana passada, em um programa de rádio da capital baiana, que os serviços públicos e a saúde não vão bem em Camaçari.

Questionado sobre o que disse o Caetano, Matos contestou a fala do opositor e fez uma avaliação de Camaçari antes e o depois da gestão de Elinaldo Araújo, prefeito de Camaçari. “É um mentiroso contumaz esse rapaz. Ele não tem vergonha na cara. Caetano é alguém que a política deveria dizer não sempre, porque se a gente comparar em todas as pastas. E aí ele falou de saúde, vamos lá falar de saúde. Quem fechou a UPA da Gleba B, da bomba, foi ele que fechou a UPA. Ele fechou! Quando a gente chegou, a gente reabriu um Centro de Atenção à Saúde da Mulher com preventivo, com exames específicos apenas para mulher. Eles falam de fechamento de UPA. A gente mudou o planejamento das duas UPAs, mas mantivemos a UPA, Gravatá ficou para adultos e separamos das crianças com a UPA, que é sucesso, é premiada nacionalmente”, afirmou Matos.

Matos também mencionou alguns avanços na infraestrutura. “Ele falou sobre infraestrutura, a entrada da nossa cidade alagava, os carros boiavam na época deles. Passaram-se 12 anos e não fizeram uma intervenção na Avenida Jorge Amado. Hoje, temos 4 alças, duas avenidas iluminadas em LED com pista de ciclovia. Ele (Caetano) não tem coragem de enfrentar o povo diretamente”, dispara Flávio Matos.

“Para Flávio, Caetano não é democrático. “Não tem respeito a classe política, pois no grupo dele só tem duas possibilidades: ele ou a esposa dele. Não há possibilidade de ninguém que não veio da política, dos movimentos sociais, dos sindicatos ligados a ele de encabeçar uma chapa majoritária. Do lado de cá é diferente, trabalhamos com a democracia”, conclui.

Assista ao programa na íntegra: