O pré-candidato a prefeito de Camaçari, pelo União Brasil, Flávio Matos, utilizou as redes sociais para combater uma fala do pré-candidato pelo PT, Luiz Caetano. O assunto em questão é referente ao funcionamento da farmácia popular em Camaçari, no qual o petista afirmou não funcionar 24h.
Em um vídeo, divulgado nas primeiras horas deste domingo (14), Flávio Matos que esteve por volta das 2h40 na Farmácia Popular, instalada na Casa do Trabalho, centro da cidade, mostrou que a unidade funciona de forma ininterrupta. “Vim aqui justamente para que a política não entre em coisa séria. Eu sei que a eleição tá se aproximando e tem gente desesperada pelo poder. Não é isso que queremos, não vamos criar um clima de pânico na sociedade. Pessoas vão para UPA esse horário e a farmácia 24h tá aberta”, esclarece.
Matos também explicou no vídeo que a entrega de medicamentos psicotrópicos só é feita mediante a presença de um farmacêutico, profissional que autoriza a saída do remédio na unidade das 7h às 19h. “Existem algumas medicações que precisam do farmacêutico, que tá de plantão todo os dias de 7h até às 19h e essas medicações são os psicotrópicos. O resto, antibióticos, anti-inflamatórios, dipirona, remédio para pressão são dispensados por servidores que trabalham aqui. Dois servidores trabalham aqui e um vigilante. Eles atendem as receitas todos os dias durante 24h”, ressalta.
Denúncia
No evento intitulado ‘Diga aí Camaçari’ liderado pelo candidato de oposição, alguns assuntos foram abordados, entre eles a denúncia de que a Farmácia Popular não estaria funcionando 24h. Luiz Caetano criticou a atual gestão. “A farmácia da prefeitura não abre de noite. Aí foram perguntar ao prefeito porque a farmácia não abria de noite. Ele disse que é porque é muito caro pagar hora extra ao farmacêutico”, disparou Caetano.
Farmácia popular
É um programa da Política Nacional de Assistência Farmacêutica do Governo Federal Brasileiro. O Farmácia Popular (PFPB) contempla o tratamento de 11 doenças e oferece tanto medicamentos gratuitos quanto fraldas geriátricas e medicamentos subsidiados. No caso dos subsidiados, o Ministério da Saúde paga parte do valor dos medicamentos (até 90% do valor de referência tabelado) e o cidadão paga o restante, de acordo com o valor praticado pela farmácia.
Assista ao vídeo: