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Marcelo: pressão sobre seleção é 'positiva' e até 'gostosa'

Lateral admite que a equipe está abaixo dos adversários a um ano do Mundial

30/05/2013 18h45
Por: Redação
O lateral-esquerdo Marcelo, provável titular da seleção brasileira na Copa das Confederações, disse nesta quinta-feira que a pressão sobre os jogadores por resultados e boas atuações serve como combustível para que eles se apliquem mais. "Pressão a gente sempre vai ter na seleção brasileira. Mas é até gostosa. Se não tivesse, não ia correr atrás... Essa cobrança da torcida é bastante normal, mas não afeta nada no nosso pensamento. A gente vai dar o máximo, deixar a vida em campo pela seleção, para dar um alegria a mais para a nossa nação", afirmou o jogador do Real Madrid. Embora admita o Brasil atrasado em relação outros adversários, ele esbanjou otimismo. "Qualquer jogador que está aqui aposta na nossa seleção de olhos fechados. Para o torcedor, a gente pode estar num nível inferior a outras seleções, mas a gente está bem, iniciando um trabalho. É importante ganhar os dois amistosos para chegar bem na competição. Para a gente não tem amistosos, vamos tentar ganhar os dois jogos", completou. A equipe de Luiz Felipe Scolari joga neste domingo contra a Inglaterra, no Maracanã, e no domingo seguinte contra a França, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre. Marcelo falou também sobre a rivalidade que terá com Neymar a partir da próxima temporada europeia, quando o craque da seleção brasileira estrear pelo Barcelona. "É claro que eu preferia jogar com o Neymar a seu favor, que é bem diferente. Queria muito que ele tivesse assinado com o Real Madrid, mas fico feliz que ele tenha dado um passo importante na carreira', disse Marcelo. A seu lado na entrevista coletiva, o volante Paulinho disse que não vê problemas em mudar seu estilo de jogo e jogar mais preso na marcação. "Tenho que fazer na seleção o que eu faço no Corinthians, que é me adaptar ao esquema de jogo. Se tiver que ficar um pouco mais atrás para o pessoal da frente decidir, sem problemas. Tenho as chances de fazer gols, mas não vejo problemas de ficar mais preso, sair para o jogo só de vez em quando", declarou o volante.   (Com conteúdo da Veja / Foto: Mowa/Divulgação)
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