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Bancários decidem manter greve; bancos cobram dias parados

Inicialmente a categoria pediu 11,93%, o que inclui 5% de aumento real, além de PLR (participação nos lucros) maior.

10/10/2013 23h46
Por: Redação
Folha de São Paulo Banqueiros e bancários voltaram à mesa de negociações nesta quinta-feira (10) mas ainda não houve um desfecho viável para finalizar a greve, que já dura 22 dias. A Fenaban (sindicato patronal) propôs um reajuste de 8% _1,93% acima da inflação de 6,07% pelo INPC no período. Os bancos cobram ainda a reposição dos dias parados em até seis meses. Ainda não há informações se ambos os lados continuarão as negociações amanhã.
Editoria de Arte/Folhapress
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A greve dos bancários completou hoje 22 dias. Já é o maior movimento desde 2004, quando a categoria parou por 30 dias. O salário médio dos bancários é hoje de R$ 4.740, sendo que o piso salarial é de R$ 1.519. A PLR paga aos caixas de bancos, segundo a Fenaban, varia entre 3,5 e 4 salários adicionais. Inicialmente a categoria pediu 11,93%, o que inclui 5% de aumento real, além de PLR (participação nos lucros) maior. Neste ano, os metalúrgicos e os funcionários dos Correios tiveram, respectivamente, aumento de 1,82% e 1,53% acima da inflação. Procurada, a Fenaban não quis se manifestar.     Foto: Arquivo/Ag. Mais Região
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