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Rui Costa reage a críticas e defende retirada de Geraldo Júnior da chapa do PT
Ministro da Casa Civil considerou episódio uma “deslealdade” após mensagem atribuída ao vice-governador circular em grupo político no WhatsApp.
05/03/2026 11h21
Por: Keila Abreu Fonte: Portal Metrópoles
Reprodução

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, tem defendido que o vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior (MDB), seja retirado da chapa do PT na disputa pelo governo do estado nas eleições de outubro. A reação ocorre após a circulação de mensagens atribuídas ao vice do governador Jerônimo Rodrigues em um grupo de WhatsApp com críticas ao ministro.

De acordo com informações publicadas pelo portal Metrópoles, Rui Costa teria classificado o episódio como uma “deslealdade” e sinalizado a aliados que não pretende apoiar a chapa caso Geraldo Júnior permaneça como candidato a vice.

O caso chegou à cúpula do PT, que avaliou o episódio como uma quebra de confiança por parte do vice-governador. A discussão ocorre em meio às articulações para a formação da chapa governista no estado.

Segundo a publicação, o grupo de WhatsApp onde a mensagem foi compartilhada reúne políticos baianos e é chamado de “Personalidades”. No espaço, Geraldo Júnior teria encaminhado um artigo crítico às ações de Rui Costa e solicitado que o conteúdo fosse compartilhado.

A mensagem teria sido acompanhada do pedido direto para que o material fosse “mandado viralizar”. O texto encaminhado descreve o ministro como “um elefante em loja de cristais” ao comentar suas movimentações políticas.

O artigo citado aponta que Rui Costa estaria intensificando articulações políticas, incluindo diálogos com o partido Avante, e conduzindo movimentações estratégicas sem se preocupar com possíveis desgastes internos.

Em um trecho do conteúdo divulgado no grupo, o texto afirma que Rui Costa estaria “reorganizando o espaço à sua maneira, mesmo que isso provoque ruídos”.

Procurado pela coluna da jornalista Milena Teixeira, do Metrópoles, o vice-governador Geraldo Júnior não respondeu aos questionamentos até a publicação da reportagem. O espaço permanece aberto para manifestação.

Com informações do Metrópoles.