O Dia Mundial do Autismo, celebrado nesta quinta-feira (02), foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 18 de dezembro de 2007 com o objetivo de ampliar a conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e fortalecer ações de inclusão e respeito às pessoas autistas.
A data tem como principal propósito informar a sociedade sobre o TEA, uma condição do neurodesenvolvimento que afeta a comunicação e a interação social, além de incentivar o combate ao preconceito e à discriminação. A campanha também destaca a necessidade de garantir direitos e promover oportunidades iguais.
Criada oficialmente pela ONU, a mobilização busca estimular o debate público e incentivar a criação de políticas públicas voltadas às necessidades das pessoas autistas, com foco em diagnóstico precoce, acompanhamento adequado e inclusão em diferentes espaços sociais.
Um dos símbolos mais conhecidos da campanha é a cor azul, utilizada em ações e eventos no mundo inteiro. Em diversas cidades, monumentos e prédios públicos se iluminam com a cor para chamar atenção para a importância da conscientização e da aceitação.
No Brasil, a lei que institui oficialmente o Dia Mundial de Conscientização do Autismo foi sancionada em 2018, reforçando a luta por mais acesso ao diagnóstico precoce, atendimento especializado no Sistema Único de Saúde (SUS) e inclusão escolar e profissional.
Em 2026, o tema definido é "Autismo e Humanidade: toda vida tem valor", conforme destaque da Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde. A proposta reforça que a conscientização é essencial para combater a falta de entendimento sobre o TEA e construir um ambiente mais acolhedor, onde pessoas autistas sejam respeitadas em sua individualidade e direitos.