Sábado, 26 de Setembro de 2026 13:06
(71) 99663.6360
Acervo de notícias Mata

Mata de São João: dois homens são presos por violência contra a mulher

Segundo o delegado titular da DT, Giovanni Barreto, os presos foram autuados com base na Lei Maria da Penha

15/01/2014 22h14
Por: Redação
Da Redação A luta para reduzir os índices de violência contra a mulher continua em Mata de São João. Desta vez, policiais militares prenderam mais dois homens, por agressão contra a mulher. Na madrugada da quarta-feira (14/01), Paulo César Silva de Santana agrediu a enteada (de identidade preservada) com vários murros e causou muitas lesões no rosto e membros superiores. Após efetuarem a prisão em flagrante, os policiais encaminharam a vítima para realizar exame de corpo de delito. Já nesta quinta-feira (15/01), Uemerson Mendonça Muniz Santos, também foi preso, acusado de ameaçar verbalmente a companheira. De acordo a vítima, primeiro aconteceram agressões físicas e desta vez, o homem jurou matá-la. Segundo o delegado titular da DT, Giovanni Barreto, os presos foram autuados com base na Lei Maria da Penha e podem cumprir pena de até quatro anos de reclusão. Para Barreto, as policias civil e militar têm desenvolvido um trabalho de parceria no sentido de coibir os crimes de violência doméstica. Os dois presos permanecem na carceragem à disposição da justiça. Denúncias Para denunciar violência doméstica, as mulheres podem entrar em contato com a Central de Atendimento à Mulher, basta ligar para o número 180. O serviço de atendimento telefônico da Secretaria de Políticas para as Mulheres, foi criado com o objetivo de disponibilizar um espaço para que a população brasileira, principalmente as mulheres, possa se manifestar acerca da violência de gênero, em suas diversas formas. O Conselho Nacional de Justiça, orienta à mulher que for registrar ocorrência na delegacia, a contar tudo em detalhes e levar testemunhas, se houver, ou indicar o nome e endereço delas. Se a mulher achar que a sua vida ou a de seus familiares (filhos, pais etc.) está em risco, ela pode também procurar ajuda em serviços que mantêm casas-abrigo, que são moradias em local secreto onde a mulher e os filhos podem ficar afastados do agressor. (Foto: Divulgação)  
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.