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Mata de São João: Polícia Civil fecha cerco contra agressores; mais um é preso

Crispiniano Francisco da Silva está detido na carceragem da delegacia de Pojuca.

21/01/2014 16h40
Por: Redação
Da Redação Agentes da polícia civil de Mata de São João prenderam na tarde desta segunda-feira (20) mais um homem acusado de ameaçar a ex-mulher. Dessa vez, Crispiniano Francisco da Silva foi detido na Rua 24 de outubro, centro da cidade, após denuncia da própria vitima. De acordo com o delegado titular, Giovanni Barreto, que tem lutado para reduzir os índices de violência contra a mulher na cidade, é a segunda vez que o acusado é autuado por crimes com base na Lei Maria da Penha. acusado?A Polícia Civil quer coibir cada vez mais crimes de violência domestica. Por isso estamos intensificando o nosso trabalho e não vamos deixar casos como esse impune. Pedimos o apoio da população para que denuncie?, destacou Barreto. Crispiniano foi encaminhado para a carceragem da delegacia de Pojuca após ter realizado exames de corpo de delito em Salvador. Ele permanece detido a disposição da justiça. delegado-dr-giovanni-barreto-foto-ag.-mais-regiao       Denúncias Para denunciar violência doméstica, as mulheres podem entrar em contato com a Central de Atendimento à Mulher, basta ligar para o número 180 ou para a delegacia de Mata de São João através do numero 3635.1090. O serviço de atendimento telefônico da Secretaria de Políticas para as Mulheres foi criado com o objetivo de disponibilizar um espaço para que a população brasileira, principalmente as mulheres, possa se manifestar acerca da violência de gênero, em suas diversas formas. O Conselho Nacional de Justiça orienta à mulher que for registrar ocorrência na delegacia, a contar tudo em detalhes e levar testemunhas, se houver, ou indicar o nome e endereço delas. Se a mulher achar que a sua vida ou a de seus familiares (filhos, pais etc.) está em risco, ela pode também procurar ajuda em serviços que mantêm casas-abrigo, que são moradias em local secreto onde a mulher e os filhos podem ficar afastados do agressor.   Fotos: (Divulgação/Polícia Civil) e (Arquivo/Ag. Mais Região)
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