Nesta quinta-feira (23), o Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Camaçari intensificou as ações da Campanha Salarial 2026 (data-base) nas empresas instaladas no Polo Industrial de Camaçari. A entidade tem promovido assembleias, visitas às fábricas e mobilizações para fortalecer a participação da categoria nas negociações com os empregadores.
De acordo com o sindicato, o objetivo é ampliar a adesão dos trabalhadores ao movimento em defesa da valorização profissional, melhores condições de trabalho e avanços nas negociações salariais. A direção sindical também reforça a importância da participação da categoria nas atividades organizadas ao longo da campanha.
Em comunicado divulgado aos trabalhadores, a entidade destaca que os direitos conquistados pela categoria são resultado da mobilização coletiva ao longo dos anos. "Chegou a hora de mostrar a força da categoria. Nenhuma conquista veio de mãos beijadas. Todos os direitos dos metalúrgicos foram conquistados com organização, mobilização e luta."
O sindicato afirma ainda que espera uma postura mais efetiva das empresas durante as negociações. Segundo a entidade, "O recado aos empregadores é claro: os trabalhadores querem negociação séria, respeito e propostas concretas. Se não houver avanço nas negociações, a categoria está preparada para ampliar a mobilização, realizar paralisações e, se necessário, deflagrar greve."
Ainda conforme o comunicado, a participação dos trabalhadores nas assembleias e demais atos será determinante para fortalecer o movimento. A entidade sustenta que a união da categoria aumenta a pressão para que as empresas apresentem propostas compatíveis com as reivindicações dos metalúrgicos.
Ao encerrar a convocação, o Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Camaçari reforça o tom de mobilização da campanha e afirma que poderá endurecer as medidas caso não haja avanços nas tratativas. "Mobilização é o caminho. Unidade é a nossa força. E, se não houver respeito aos trabalhadores, havera resposta nas fábricas. Sem avanço, haverá paralisação. Sem negociação, haverá greve!"