Política em Foco R$ 51 milhões
Geddel explode ao ser cobrado sobre malas: “Procure outros para meter medo, porra”
Ex-ministro voltou a reagir com irritação após internautas questionarem o dinheiro apreendido em apartamento de Salvador
23/08/2026 19h29 Atualizada há 1 mês atrás
Por: Gabriel Seixas Fonte: Mais Região
Reprodução

O ex-ministro Geddel Vieira Lima voltou a se irritar ao ser questionado sobre o caso das malas e caixas com R$ 51 milhões apreendidas em um apartamento ligado a ele, em Salvador. Durante entrevista à página Política Ao Vivo, transmitida ao vivo pelo YouTube na última quinta-feira (20), o político baiano reagiu às perguntas enviadas por internautas e disparou contra os críticos.

Geddel afirmou que já respondeu à Justiça sobre o caso e que “pagou todos os preços” que lhe foram cobrados. Segundo ele, a condenação não significa que tenha perdido o direito de se manifestar publicamente ou de participar do debate político. “Eu não fui condenado a ser xingado, eu não fui condenado a ficar calado, eu não fui condenado a ficar embaixo da cama”, declarou.

Ao comentar especificamente uma pergunta sobre o que faria com uma mala, Geddel respondeu com ironia e elevou o tom. “Eu não posso dizer o que é que eu ia fazer, onde é que eu ia botar, porque ficaria feio aqui na televisão onde é que eu ia socar a mala dele”, disse.

O ex-ministro também classificou os críticos como “corajosos anões da internet” e afirmou que alguns comentários recebem respostas duras, enquanto outros são tratados com ironia. Em outro momento, voltou a demonstrar irritação: “Procure outros para meter medo, porra. Não tem mais o que dizer de mim”.

Geddel sustentou ainda que sua defesa nunca reconheceu o dinheiro ou as malas como pertencentes a ele e afirmou que a operação que originou o caso teria sido anulada pela Justiça Federal, o que, segundo ele, poderá gerar revisões no âmbito judicial. “Está toda anulada, toda anulada”, declarou, sem entrar em detalhes sobre os possíveis desdobramentos.

Apesar da reação explosiva, o ex-ministro disse que qualquer pessoa tem o direito de fazer perguntas sobre o caso, mas defendeu também o direito de responder da maneira que considerar adequada. “Todos têm direito de perguntar o que quiserem e da forma que quiserem. Me deem o direito apenas de responder da forma que eu quiser”, afirmou.

 
 
 
 
 
Ver essa foto no Instagram
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Um post compartilhado por Mais Região (@maisregiao)