A Prefeitura de Pojuca lança nesta terça-feira (25), às 14h, na Praça ACM, o Programa Casa Nova, iniciativa da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social voltada à reconstrução de moradias que apresentam risco estrutural ou não oferecem condições adequadas de segurança às famílias. O lançamento marca uma nova etapa da política habitacional do município.
O programa começou a ser estruturado em 2025, quando a Secretaria de Desenvolvimento Social identificou que algumas famílias atendidas por programas de reforma não poderiam ter suas casas recuperadas apenas com pequenas intervenções. Segundo informações apresentadas anteriormente pela secretária Carolina Menezes ao Mais Região, 388 imóveis foram reformados pelo Residir Bem, mas parte das residências apresentava problemas que exigiam uma reconstrução completa.
A proposta do Casa Nova é justamente alcançar esse público: famílias que vivem em condições precárias e que não se enquadram nas modalidades já existentes, como o Fim da Taipa e o Residir Bem. A ideia é substituir imóveis considerados inadequados ou condenados por novas unidades habitacionais, garantindo condições mais dignas e seguras de moradia.
A implantação do programa já avançou para a etapa de contratação de obras. Dados do processo de contratação pública mostram que a Prefeitura abriu concorrência para a substituição de 27 unidades habitacionais por casas populares. O valor estimado da contratação é de R$ 2,43 milhões.
A iniciativa amplia uma política habitacional que ganhou força em Pojuca nos últimos anos. Além do Casa Nova, o município mantém programas como o Fim da Taipa e o Residir Bem. Em julho, a Prefeitura também assinou ordem de serviço para a construção de 50 casas populares no bairro do Retiro, em outro projeto habitacional, com investimento superior a R$ 7 milhões, sendo R$ 6,5 milhões de recursos federais e cerca de R$ 562 mil de contrapartida municipal.
O lançamento desta terça-feira deve detalhar os critérios de atendimento, as etapas de execução e a forma de seleção das famílias beneficiadas. A expectativa da gestão municipal é transformar o programa em uma ação permanente de enfrentamento ao déficit habitacional e às situações de risco estrutural no município.