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Davi Brito e Mani Reggo não chegam a acordo e disputa segue para julgamento no TJ-BA

Audiência de conciliação realizada nesta quarta-feira (26) terminou sem consenso, e recurso apresentado pelo campeão do BBB 24 será analisado pelo colegiado do Tribunal de Justiça da Bahia

26/08/2026 21h38
Por: Luana Velloso Fonte: Correio24horas
Foto: Reproodução
Foto: Reproodução

Davi Brito e Mani Reggo não chegaram a um acordo durante a audiência de conciliação realizada nesta quarta-feira (26) no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). Com o encerramento da tentativa de consenso, o recurso apresentado por Davi contra a decisão de primeira instância seguirá para análise do colegiado responsável pelo caso, que poderá manter, modificar parcialmente ou alterar a sentença favorável à empresária. A informação é do Jornal Correio*.

O processo envolve o reconhecimento da união estável entre o ex-casal e os efeitos patrimoniais decorrentes do relacionamento. A ação tramita sob segredo de Justiça, e, por isso, não foram divulgados detalhes sobre o conteúdo da audiência ou os argumentos apresentados pelas partes.

A audiência havia sido marcada como uma etapa anterior ao julgamento da apelação apresentada por Davi Brito contra a sentença proferida em abril de 2025. Na ocasião, Mani Reggo obteve decisão favorável em primeira instância, com o reconhecimento da união estável entre os dois. Davi recorreu da decisão e busca modificar o entendimento.

A disputa teve início após o fim do relacionamento entre Davi e Mani, que permaneceram juntos por cerca de um ano e meio. Com o reconhecimento da união estável em primeira instância, passou a ser discutida a divisão do patrimônio formado durante o período da relação, incluindo valores e bens conquistados por Davi durante sua participação e vitória no BBB 24.

Entre os bens e valores envolvidos no processo estão o prêmio de R$ 2,92 milhões recebido por Davi no reality e dois carros conquistados durante o programa, avaliados em aproximadamente R$ 700 mil. A discussão patrimonial considera os efeitos da união estável reconhecida em primeira instância, observando, em regra, o regime de comunhão parcial de bens.

Sem acordo na audiência, o processo permanece em tramitação no TJ-BA. O próximo passo será o julgamento da apelação apresentada por Davi Brito pelo colegiado do Tribunal, que decidirá sobre a manutenção ou eventual alteração da sentença proferida em favor de Mani Reggo.

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