O ministro Marco Aurélio Bellizze, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta segunda-feira, 12, que Flávio Bolsonaro (PL), Carlos Bolsonaro, Pablo Marçal e Rony Gabrielremovam, em até 24 horas, publicações que associaram ao ato pró-Lula de domingo, 11, na Avenida Paulista um vídeo gravado anteriormente no Chile – que mostraria uma mulher consumindo cocaína.
Para o relator, a utilização da cena como se tivesse ocorrido na manifestação pode caracterizar “grave manipulação por descontextualização”.
O ministro Marco Aurélio Bellizze, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta segunda-feira, 12, que Flávio Bolsonaro (PL), Carlos Bolsonaro, Pablo Marçal e Rony Gabrielremovam, em até 24 horas, publicações que associaram ao ato pró-Lula de domingo, 11, na Avenida Paulista um vídeo gravado anteriormente no Chile – que mostraria uma mulher consumindo cocaína.
Para o relator, a utilização da cena como se tivesse ocorrido na manifestação pode caracterizar “grave manipulação por descontextualização”.
O ministro deferiu parcialmente uma tutela de urgência pedida pela campanha do presidente Lula (PT) à reeleição.
O ministro Marco Aurélio Bellizze, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta segunda-feira, 12, que Flávio Bolsonaro (PL), Carlos Bolsonaro, Pablo Marçal e Rony Gabrielremovam, em até 24 horas, publicações que associaram ao ato pró-Lula de domingo, 11, na Avenida Paulista um vídeo gravado anteriormente no Chile – que mostraria uma mulher consumindo cocaína.
Para o relator, a utilização da cena como se tivesse ocorrido na manifestação pode caracterizar “grave manipulação por descontextualização”.
Como mostramos, a coligação Brasil Pronto pra Mais apresentou uma representação por propaganda eleitoral irregular contra Flávio, o diretório nacional do PL, o influenciador Rony Gabriel, o empresário Pablo Marçal, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o vereador paulistano Lucas Pavanato (PL) por publicações sobre o ato de domingo.
A coligação afirma que os conteúdos associaram o ato a drogas, depredação e terrorismo com uso de imagens descontextualizadas, incluindo um trecho publicado originalmente no Chile um dia antes da manifestação.
A petição diz que os conteúdos foram publicados ou compartilhados no Instagram, X, Facebook e Threads, combinando ataques aos manifestantes com pedidos explícitos de voto ao candidato do PL a presidente.
A coligação pediu uma decisão urgente para que os representados retirassem ou tornassem indisponíveis os conteúdos indicados na ação em até 24 horas.
Além disso, que fossem proibidas novas divulgações do mesmo material ou de versões substancialmente idênticas, sob pena de multa.
Caso os responsáveis não cumpram a determinação no prazo, o pedido é para que a Meta, responsável por Instagram e Facebook, e o X sejam oficiados para remover as publicações.