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Prisco deixa UTI e volta à prisão é avaliada por médicos

De acordo com a assessoria do hospital, Prisco tem saúde estável, continua sendo medicado, orientado e em observação.

08/05/2014 14h29
Por: Redação
G1 O vereador e líder das últimas três greves da Polícia Militar na Bahia (PM-BA), Marco Prisco (PSDB), que passou mal na prisão e foi internado em Brasília, recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nesta quinta-feira (8). Um dia antes, o boletim de ocorrência do Hospital de Base de Brasília informou que ele fez procedimento cirúrgico e estava em estado grave, porém estável. De acordo com a assessoria do hospital, Prisco tem saúde estável, continua sendo medicado, orientado e em observação. A  previsão é que a junta médica da unidade decida se o edil permanece internado ou seja liberado para voltar ao presídio da Papuda até o meio-dia desta sexta. Tratamento Marco Prisco passou por um procedimento de cintilografia, um exame de imagem, cujo objetivo é avaliar se há fluxo de sangue no músculo do miocárdio, sem precisar utilizar um cateterismo. Prisco foi  encaminhado para o Hospital de Base no domingo (4), após queixar-se de fortes dores no peito. No sábado (3), o vereador relatou o mal-estar no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, onde está preso desde o dia 18 de abril. Mal-estar A princípio o verador foi atendido pela Unidade de Pronto Atendimento de São Sebastião. De acordo com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Prisco foi transferido para o Hospital de Base do Distrito Federal porque a unidade pode dar maior suporte no atendimento e realizar "exames mais detalhados". Ainda de acordo com a SES/DF, a hipótese de infarto foi descartada Prisão Em 23 de abril, o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou pedido de liberdade feito pelo vereador. Ele está preso a pedido do Ministério Público Federal (MPF), sob justificativa de "garantia da ordem pública". Segundo a decisão, Prisco foi detido por causa da ação penal à qual responde, pela greve da PM de 2012. O juiz entendeu que o Código de Processo Penal prevê a prisão de quem possa cometer novamente o crime pelo qual responde. A defesa argumentou que a prisão é ilegal porque a greve na Bahia já terminou e vai entrar com um novo recurso. A greve durou dois dias e, nesse período, 59 homicídios foram registrados na capital e na região metropolitana, além de 156 roubos de carro e seis furtos. A Justiça Federal estipulou multa em R$ 1,4 milhão e bloqueou bens das associações grevistas. Tropas do Exército chegaram a reforçar a segurança nas ruas da Bahia e a operação foi encerrada na sexta-feira (25). (Foto: Reprodução)
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