As formações mais requisitadas são Mecânica, Elétrica, Mecatrônica, Eletromecânica, Química, Automação e Controle, Operação de Processos Químicos e Petroquímicos e de Segurança do Trabalho.
Técnicos Para a sócia da empresa de recursos humanos People2People Rita Luciana Aguiar, sobram vagas nas áreas técnicas por conta de uma supervalorização dos cursos superiores. ?A oferta de técnicos diminuiu. Por isso, o salário aumenta e as empresas retêm os profissionais qualificados. Por falta de pessoas qualificadas, muitos dos negócios procuram por colaboradores que atuem no mesmo segmento. Quando não acham, acabam por selecionar talentos fora da Bahia. No caso de empresas que optam por aceitar membros sem experiência prévia, a opção é recorrer aos centros técnicos formadores ?, diz.Perfil A gerente da Braskem Kricia Galvão, responsável por Pessoas & Organização Vinílicos, afirma que 51% dos colaboradores da empresa são técnicos. ?São essas pessoas que fazem as coisas (da empresa) acontecerem. Por isso, estimulamos e capacitamos os funcionários para que eles adquiram o conhecimento tácito, aquele que o indivíduo adquire ao longo da vida, pela experiência?.
Já o gerente do Núcleo Estratégico do Senai da Bahia, Luis Alberto Brêda, ressalta que o domínio técnico é essencial, mas que é preciso ter noções de segurança, bom relacionamento, dentre outras competências, para conseguir uma vaga na indústria petroquímica. ?Muitos cursos nascem em função da demanda da própria indústria. O diferencial (para o trabalhador), além dos conhecimentos técnicos, são, sobretudo, as competências e habilidades de relacionamento intrapessoal e liderança?.(Foto: Divulgação)