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Bahia recebe o Coritiba na Fonte com portões fechados

Esquadrão cumpre punição pela Justiça Desportiva por confusões no estádio Joia da Princesa no dia 25 de maio.

07/09/2014 12h03
Por: Redação
Agência Estado O domingo é conhecido como o dia do futebol, mas a torcida tricolor tem, aos poucos, se esquecido disso. Parece uma eternidade desde que o Bahia jogou pela última vez em sua casa neste dia. Foi justamente no Ba-Vi do Brasileirão, em 11 de maio. Neste domingo, 7, às 18h30, diante do Coritiba, seria o momento ideal para a nação matar a saudade. Isso mesmo: seria. Nesta mistura, um ingrediente fundamental ficará de fora: a torcida. Punido pela Justiça Desportiva por confusões no estádio Joia da Princesa, na partida contra o Santos, no dia 25 de maio, o Esquadrão terá que enfrentar o Coxa com os portões da Arena Fonte Nova fechados. Não para por aí. O duelo da 21ª rodada com o Figueirense, no domingo que vem, vai acontecer em Feira de Santana, por conta da mesma punição. Com isso, a saudade dos torcedores de jogos em casa aos domingos não tem data para acabar. Isso porque o jogo seguinte na Fonte Nova num final de semana, contra o Flamengo, pela 25ª rodada, ainda não tem dia e hora confirmados. Lá se vão quase quatro meses desde aquele Ba-Vi. Jogadores como Marcos Aurélio, Leo Gago e Kieza não sabem o que é jogar em casa num domingo. De lá para cá, foram nove jogos como mandante. Dois, contra Fluminense e Santos, ocorreram, respectivamente, em Barueri e Feira de Santana, pois Pituaçu e Fonte Nova estavam fechados para a Copa. Dos demais, quatro aconteceram numa quarta, dois em sábados e um numa quinta. Quem sofre com isso, claro, é a torcida. Coincidência ou não, o período de jogos longe das circunstâncias preferidas da galera é o mesmo da queda de rendimento da equipe. O Bahia teve quatro derrotas, um empate e um triunfo como mandante. Neste domingo, ao enfrentar um adversário direto do Z-4, o Bahia se vê sem o seu maior aliado. Gilson Kleina reclamou. "Isso é muito ruim. Estamos, aos poucos, resgatando a massa que é a torcida do Bahia, e ela faz toda a diferença", disse o treinador. "Mas, essa energia, seja lá onde os torcedores estiverem assistindo a esse jogo, ela terá que chegar até nós", completou. Mesmo sem esse apoio, ele garante que o time chega motivado. "Chegamos fortes, porque, na Sul-Americana, eliminamos o Inter, um dos maiores elencos do Brasil. Mas, a gente sabe que é uma partida decisiva, de seis pontos, e vamos ter que unir equilíbrio e inteligência". Tricolor tem dúvida O técnico Gilson Kleina fechou as atividades de preparação para o confronto com o Coritiba sem querer definir o time que vai a campo. Entre as principais dúvidas, está a disputa de Guilherme Santos com Pará pela vaga na lateral- -esquerda. Outra briga está na zaga. Lucas Fonseca e Demerson duelam por uma posição. Por outro lado, o atacante Alessandro, recém-contratado, não vai para o jogo, mesmo tendo sido regularizado na sexta-feira e se colocado à disposição de Kleina. Nos treinos deste sábado, Alessandro se resumiu à parte física e mostrou não estar ainda pronto para a estreia. ele só deve começar a ser relacionado a partir do próximo domingo, no jogo contra o Figueirense.
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