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Em sessão conturbada, oposição aprova apenas 3,5% da suplementação

Projeto da prefeitura pede suplementação de 25% sobre o orçamento de 2014.

24/10/2014 10h08
Por: Redação
Da Redação Em sessão marcada por muita confusão, nesta quinta-feira (24), os vereadores de Pojuca aprovaram apenas 3,5% dos 25% necessários para suplementar o orçamento deste ano. Na emenda aprovada pelos 10 vereadores da oposição, R$ 750 mil terão que ser usados para pagar a folha salarial do mês de outubro, R$ 1,3 milhão para pagar parte do décimo terceiro e R$ 1,4 milhão serão destinados para fornecedores que prestam serviços básicos ao município. Um dos vereadores de oposição ainda propôs que a prefeitura informe quanto o executivo deve ao comercio para que a câmara faça outra emenda, liberando o valor da dívida. O vereador Edmar Cordara (Neném) foi o único que não compareceu na sessão desta quinta. Na porta da Câmara Municipal foram colocadas faixas para incentivar os vereadores a aprovar a suplementação. faixas Entenda o caso No final do ano passado os parlamentares aprovaram a Lei Orçamentária Anual (LOA) com uma previsão de gastos de aproximadamente R$ 100 milhões, no entanto devido às mudanças na arrecadação de verbas do município, o executivo teve a necessidade de remanejar os recursos. O impasse agora, é que o projeto que pede a suplementação de 25% sobre o orçamento de 2014 chegou a ser revisado diversas vezes à pedido dos próprios vereadores, mas eles cada dia que passa adiam a discussão e votação e enquanto isso os cofres do erário público continuam praticamente travados. A Casa Legislativa conta com 13 vereadores, sendo 3 da base governista e 10 de oposição. Na tentativa de sensibilizar os edis, um grupo de empresários da cidade se uniu e foi buscar resposta na Câmara, já que segundo eles, o comércio também está sofrendo os reflexos da não aprovação dessa lei. Por conta da realidade do município, a empresa responsável pela contabilidade de Pojuca indicou inicialmente 50% da suplementação em cima da LOA, e os vereadores se comprometeram em aprovar a suplementação quando houvesse necessidade, no entanto para a surpresa de Toinho, eles se recusam a cumprirem o combinado. O gestor ainda alegou que no início do ano houve aprovação de uma suplementação primeiro de 1% e depois 1,5% de recursos com a exigência de que Câmara também fosse beneficiada, mesmo com todas as dificuldades houve o repasse de 0,5%. ?Não estamos pedindo dinheiro à Câmara, pois nós sabemos que é o contrário, a prefeitura que repassa o duodécimo (?) Esse um problema técnico, contábil, não é um problema político administrativo?, acrescentou.   Notícias relacionadas População espera que suplementação seja votada nesta quinta Protesto em Muquém do S. Francisco serve de alerta para Pojuca Oposição atrasa votação de suplementação e preocupa pojucanos   Foto: Ag. Mais Região
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