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Pojuca Moradores

Moradores ainda podem se cadastrar para o MCMV em Pojuca

Os interessados em realizar cadastramento devem procurar o Departamento de Ação Social

14/04/2015 15h42 Atualizada há 10 anos atrás
Por: Redação Fonte: Redação
Os dois primeiros residenciais do programa habitacional Minha Casa Minha Vida estão em fase final de acabamento e a Prefeitura de Pojuca continua realizando cadastro e recadastramento para os moradores que atendem aos critérios do projeto. 

Os Residenciais Nova Esperança e Novo Caminho ficam localizados no Bairro Los Angeles e já estão com mais de 90% das obras concluídas, restando apenas finalizar alguns detalhes de acabamentos. Os outros dois residenciais, João Assis e Everaldino Guimarães, que ficam na mesma quadra, também seguem com as obras em ritmo acelerado. 

Os interessados em realizar cadastramento devem procurar o Departamento de Ação Social, localizado na Rua JJ Seabra, próximo à Rádio Nova FM ou a área coberta da Praça ACM, onde os técnicos estão realizando um mutirão para atendimento. É necessário apresentar identidade, CPF, certidão de nascimento ou casamento, comprovação de renda e residência. Os documentos serão enviados juntos com dossiês para a avaliação da Caixa Econômica Federal. 

Os apartamentos são destinados às famílias de baixa renda, com salários de até R$ 1,6 mil. Atendendo exigências do programa federal, 3% das unidades habitacionais são direcionadas para atender aos idosos e 3% para deficientes. Ao todo, serão entregues 1.268 unidades. Os dois primeiros residenciais irão contemplar mais de 600 famílias. O mutirão para os cadastramentos encerra neste sábado (18).

Atraso nas Obras 

O primeiro residencial do programa Minha Casa Minha Vida, em Pojuca, começou a ser construído no início de 2011, mas em dezembro do mesmo ano, a Construtora Azevedo Aquino, responsável pela execução da obra, teve dificuldades financeira e abandonou a construção, deixando mais de 400 funcionários sem receber salários.

Somente em abril de 2013, a Construtora Atrium ganhou a licitação e retomou a construção. Segundo o gerente de obras, Renato Ferreira, foram investidos mais de R$ 3 milhões apenas para refazer a pavimentação dos dois primeiros residenciais, porque o solo de barro vermelho estava cedendo e poderia comprometer as moradias. 

Inicialmente, a obra orçada em mais de R$ 13 milhões beneficiaria 300 famílias, porém com a implantação de mais dois novos condomínios, os empreendimentos estão avaliados em cerca de R$ 47 milhões. 
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