O clima é de desconfiança entre os delatores do grupo J&F. Os executivos sentem medo de que aconteça uma traição interna. A informação é da colunista da BandNews FM Mônica Bergamo.
Com a possibilidade de perder o acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), Joesley Batista teme a conduta do ex-executivo Ricardo Saud, que também está preso temporariamente em Brasília.
Segundo a colunista, Saud poderia tentar uma “última cartada”: entregar o próprio patrão, Joesley, na esperança de salvar o acordo, ou conseguir chegar a um termo favorável com a PGR.
As desconfianças sobre a conduta de Ricardo Saud são antigas.
O advogado e também delator ligado à J&F Francisco de Assis foi o primeiro a dar indícios de desconfiança.
À Procuradoria-Geral, Assis lembrou do momento em que os executivos discutiram, pela primeira vez, a possibilidade de fechar um acordo em conjunto.
Ricardo Saud já tinha em mãos um dossiê completo dos crimes cometidos pela empresa, inclusive com provas documentais – como trocas de e-mail e bilhetes escritos à mão.
Esse seria um dos indícios de que o ex-executivo da J&F já pensava em entregar os colegas mesmo antes do primeiro contato do grupo com a PGR.
Ricardo Saud também poderia entregar detalhes de todo esquema da negociação da delação premiada, que atualmente está suspensa e passa por revisão.
São investigadas irregularidades no acordo, inclusive com a participação do ex-procurador Marcelo Miller.
Eleições 2026 E-Título: saiba como votar usando o aplicativo do TSE
Eleições 2026 Idosos votam primeiro: conheça outros eleitores com prioridade
ACIDENTE GRAVE Mulher morre e duas crianças ficam feridas após carro bater em poste em Feira de Santana
Operação Especial Centro Integrado da SSP é ativado para as Eleições 2026 e funcionará de forma ininterrupta até segunda (5)
Operação Eleitoral Polícia Militar inicia escolta de urnas para as Eleições 2026 na Bahia
Economia Preço do limão está acima da média, mesmo na entressafra