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Geral Eleições 2018

1.956 urnas foram substituídas no País e 35 pessoas foram presas

Observadora da OEA diz que votações ocorrem dentro da normalidade

28/10/2018 16h38 Atualizada há 8 anos atrás
Por: Redação Fonte: Estadão
1.956 urnas foram substituídas no País e 35 pessoas foram presas

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou que até meio-dia, 35 pessoas foram presas no País em ocorrências relacionadas às eleições, 1.956 urnas tiveram de ser substituídas, o que representa 0,38% do total.

São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais continuam liderando com o maior número de trocas. Foram 339 no primeiro estado, 266 no segundo e 204 no terceiro. Nenhuma seção eleitoral precisou, até o momento, utilizar algum tipo de votação manual, segundo informação do TSE. 

De acordo com o Tribunal, foram registradas 81 ocorrências de crimes eleitorais em todo o País, sendo que destes, 35 resultaram em prisão. Nenhum candidato está entre os envolvidos. 

As informações são preliminares e os números definitivos só serão contabilizados ao final da eleição.

Normalidade

A presidente da missão de observadores da Organização de Estados Americanos (OEA)para as eleições brasileiras, Laura Chinchilla, disse há pouco que as votações neste segundo turno ocorrem dentro da normalidade e que não há nenhuma notícia sobre problemas em todo o País.

Junto de sua comitiva da OEA, Laura visitou seções eleitorais de um colégio particular em Brasília. "Estamos observando que tudo está transcorrendo de forma muito tranquila e organizada, assim como no primeiro turno das eleições", disse.

Laura Chinchilla disse que continuará acompanhando todo o processo, até a conclusão da votação e a apuração dos resultados.

Rio teve 401 urnas substituídas

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) divulgou agora o boletim atualizado de urnas substituídas no estado até as 14h30. Foram substituídas 401 equipamentos e não 111, como havia sido informado pela diretora-geral do TRE-RJ, Adriana Brandão, na coletiva realizada às 15h.

O município com mais urnas substituídas foi a capital, onde 208 registraram problemas. Em seguida, vem Nova Iguaçu, que registrou problemas em 28 equipamentos.

Apesar dos problemas, a diretora do TRE-RJ informou que o segundo turno das eleições de 2018 está mais tranquilo do que o primeiro turno, quando várias seções registraram filas e problemas com a biometria. A votação está mais rápida e as seções eleitorais estão sem fila.

"O processo está muito tranquilo. Temos registro de uma ligação para a central telefônica a cada 3 minutos. Isso é muito pouco", disse Adriana.

O uso de dados biométricos do Departamento Estadual de Trânsito do Rio de Janeiro (Detran-RJ) pegou de surpresa os eleitores do estado no primeiro turno das eleições. Foi exigida a identificação digital nas seções eleitorais mesmo a quem não fez o cadastro biométrico, o que aumentou o tempo de votação e provocou filas em diferentes zonas eleitorais da capital. No Rio de Janeiro, cerca de 4,6 milhões de eleitores tiveram os dados biométricos do Detran-RJ aproveitados nas urnas eletrônicas. Caso a biometria não funcionasse, o eleitor tinha direito a votar através da identificação manual.

“A biometria continua. Não teve alteração. O processo de identificação biométrica vai acontecer de agora para todas as eleições. A validação acontece no primeiro momento. Ela vai ser no futuro próximo o único processo de identificação para garantir a segurança do processo de votação”, explicou Adriana Brandão. 

Um mesário morreu após passar mal na manhã deste domingo, 28, em uma zona eleitoral de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), João Carlos Felix foi vítima de um enfarte.

“Lamentavelmente aconteceu esse episódio, foi na zona 156”, confirmou a diretora-geral do TRE-RJ, Adriana Brandão. “Eu gostaria até de aproveitar a oportunidade e em nome do TRE-RJ prestar nossos sentimentos à família desse mesário que estava ali num momento tão importante para a cidadania”, completou.

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