Na Espanha, o júri popular, formado por nove pessoas, declarou culpado o brasileiro Patrick Nogueira, de 22 anos, pelos assassinatos dos tios e dois primos (duas crianças), em Pioz, na província de Guadalajara, em 17 de agosto de 2016. A pena ainda será definida pela Justiça. O júri recomendou prisão perpétua, mas a defesa quer 25 anos de detenção.
O julgamento começou no último dia 24 em Guadalajara.
Patrick confessou ter matado e esquartejado os tios Marcos Santos e Janaina Santos e os primos de um e quatro anos. Para o júri, o brasileiro teve a intenção de cometer os crimes, agiu com crueldade com os menores e, por isso, não terá direito a nenhuma desoneração.
Após oito horas de deliberações, o júri, composto por sete homens e duas mulheres, entregou hoje o veredicto à magistrada Elena Mayor para estipular a pena do acusado, que pode ser condenado à prisão perpétua.
"Peço perdão, não nego, não questiono", afirmou o acusado durante o julgamento, no qual reconheceu que causou "danos demais", por isso pediu tratamento especializado, pois quer "mudar".
A acusação pública e a privada solicitaram a condenação à prisão permanente revisável porque duas das vítimas eram menores e também porque consideram que os crimes foram planejados (como demonstra uma troca de mensagens pelo celular entre Patrick e um amigo no Brasil), na qual o jovem não demonstra arrependimento.
A defesa argumentou que Patrick sofre de transtorno mental transitório.
* Com informações da Agência EFE
Ensino Superior Inscrições para o vestibular da Uneb terminam na próxima semana
Operação Integrada Bahia terá reforço da Polícia Civil em todos os municípios durante as Eleições 2026
Mobilidade Ônibus intermunicipais, ferry boat e lanchinhas: transportes da Bahia serão gratuitos nas Eleições 2026
Grave acidente Carretas colidem na BR-101, em Alagoinhas; motorista fica preso às ferragens
Saúde Em apenas um ano, tirzepatida, do Mounjaro, chega ao 2º lugar entre os medicamentos que mais faturaram no Brasil
Combate ao crime Bahia transfere cinco líderes de facções para presídios federais de segurança máxima