Após o anúncio, o Sindigás, sindicato que reúne as empresas distribuidoras de GLP, informou que o reajuste do produto para consumo residencial, vendido em botijões de 13 quilos, vai oscilar em média entre 8,2% e 9% nas refinarias, de acordo com o polo de suprimento. Segundo o sindicato, o ajuste anunciado deixa o preço praticado pela Petrobras para as embalagens de até 13 quilos aproximadamente 29% abaixo do preço de paridade internacional. O valor do GLP empresarial está 52,4% acima do preço do GLP para embalagens até 13 quilos.
De acordo com a metodologia de revisões trimestrais nos preços do GLP residencial, a Petrobras havia aplicado, este ano, duas reduções, em janeiro e abril, e uma elevação, em julho. O novo preço representa um ajuste de +8,5%, ou R$ 1,97 em relação aos R$ 23,10 vigentes desde julho.
De acordo com a Petrobras, desvalorização do real frente ao dólar e as elevações nas cotações internacionais do GLP foram os principais fatores para a alta. A companhia destacou que a referência continua a ser a média dos preços do propano e butano comercializados no mercado europeu, acrescida da margem de 5%.
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