Durante a conversa, a mulher que se passou por “Maria” foi questionada quanto ao nome do marido e onde ele havia trabalhado na Prefeitura. A entrevistada afirmou não se recordar e nem mesmo soube informar o prenome do marido. Na ocasião, também não soube dizer o nome da rua e nem mesmo o bairro em que reside atualmente.
No final da semana passada, a Semge encaminhou notícia-crime à Polícia Civil, informado “ser consistentes os indícios de fraude e cometimento de atos ilícitos, tais como falsidade ideológica e falsificação de documento público”.
"Em tempo, cumpre mencionar ainda que há indícios de fraude também junto ao INSS, uma vez que do Cadastro Nacional de Informações Sociais - CNIS consta que a Sra. Maria Gertudes Souza Teixeira, recebeu o benefício de pensão por morte acidente do trabalho a partir de 18/06/1997, que foi cessado em 30/08/2007 pelo SISOBI (Sistema de Controle de Óbitos do Governo Federal). Contudo, foi restabelecido em dezembro de 2016 e foi pago até agosto de 2017. Assim, requer que seja aberto inquérito policial para que sejam apurados e constatados os crimes perpetrados ora noticiados, quais sejam, falsificação de documento público e falsidade ideológica, conforme vastamente comprovado", conclui a peça.
Ensino Superior Inscrições para o vestibular da Uneb terminam na próxima semana
Operação Integrada Bahia terá reforço da Polícia Civil em todos os municípios durante as Eleições 2026
Mobilidade Ônibus intermunicipais, ferry boat e lanchinhas: transportes da Bahia serão gratuitos nas Eleições 2026
Grave acidente Carretas colidem na BR-101, em Alagoinhas; motorista fica preso às ferragens
Saúde Em apenas um ano, tirzepatida, do Mounjaro, chega ao 2º lugar entre os medicamentos que mais faturaram no Brasil
Combate ao crime Bahia transfere cinco líderes de facções para presídios federais de segurança máxima