Policiais da Delegacia de Homicídios (DH) do Rio estão nas ruas desde o início da manhã desta quinta-feira, 13, tentando cumprir 15 mandados de prisão e de busca e apreensão relacionados à morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista, Anderson Gomes.
No meio da tarde, a polícia divulgou nota informando que os mandados são referentes a inquéritos policiais instaurados na DH "e que transcorrem de forma paralela às investigações do caso Marielle e Anderson". De acordo com a nota, "a medida é uma ferramenta voltada à inviolabilidade e ao sigilo das informações coletadas no bojo do inquérito policial principal".
Os alvos das buscas seriam milicianos - a atuação deles é uma das principais linhas de investigação do crime, ocorrido em março. A ação da polícia acontece em vários pontos do Rio e nas cidades de Nova Iguaçu, Angra dos Reis, Petrópolis e Juiz de Fora (MG).
A Polícia Civil não informou número de agentes envolvidos e tampouco fez um balanço da ação. Segundo a DH, o sigilo das investigações "é a maior garantia para chegar aos autores e mandantes dos crimes investigados".
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