O comandante do Exército, general Edson Leal Pujol, disse nesta terça-feira, 26, que a situação na fronteira da Venezuela com o Brasil está mais tranquila. “Felizmente os ânimos se acalmaram lá, para todos nós. Óbvio que todos nós queremos a paz, ninguém quer confusão”, afirmou ao sair de um encontro com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). O general reafirmou a posição do Brasil e do Grupo de Lima pela não intervenção militar no país vizinho.
Apesar do clima mais tranquilo, Pujol não deu previsão de quando a missão brasileira na fonteira será encerrada. “Estamos lá com duas missões. A primeira é a nossa operação de acolhida [de refugiados], que vai continuar. Também [ há outra] para garantir a lei e a ordem, numa operação pedida pelo governo do estado [de Roraima]."
Previdência
O general não quis comentar como estão as conversas sobre a proposta que o Executivo deve enviar ao Congresso para reforma da previdência dos militares. “Essa é uma questão do presidente do Executivo, não me diz respeito”, afirmou.
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