O Sindicato dos professores no estado da Bahia (Sinpro), que representa dos docentes das escolas particulares, se pronunciou por meio de nota sobre o retorno às aulas autorizados em Salvador a partir desta segunda-feira (3).
De acordo com a entidade, eles vão notificar os colégios "acerca do funcionamento presencial" podendo as escolas, desta forma, sofrer "fiscalização e ter o registro cassados, após instalação do devido processo legal".
A nota se apoia no decreto do governo da Bahia, publicado no dia 2 de maio, que autoriza atividades semipresenciais nas escolas quando as regiões de saúde alcançarem, por pelo menos 5 dias consecutivos, a taxa de ocupação de UTI em patamar igual ou inferior a 75%. Neste momento, em todo estado, nenhuma região alcançou tal índice no tempo determinado.
O Sinpro informou na mesma nota que vai solicitar uma reunião de urgência, para esta segunda-feira (3), com o sindicato patronal para ajustar o entendimento das partes no retorno às aulas.
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