A ideia que está sendo debatida é que a aplicação delas comece com um grupo restrito de pessoas e sob acompanhamento de estudos clínicos, para que sejam coletados dados mais concretos sobre os efeitos dos dois imunizantes no Brasil.
Um pedido do Ministério da Saúde para importações da Covaxin havia sido negado pela Anvisa em março, em uma unanimidade dos cinco diretores do colegiado.
A negativa veio logo depois de a Anvisa indeferir o pedido de Certificação de Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos da fabricante Bharat Biotech, etapa que é pré-requisito para que os fabricantes de medicamento recebam autorização para o uso emergencial do imunizante ou o registro definitivo.
Também por unanimidade, a Sputnik V teve a importação negada pelos diretores da Anvisa pouco depois, em abril, por falta de informações, e novos documentos e dados dos testes clínicos foram solicitados. Em maio, novos relatórios foram enviados pela agência russa à Anvisa e incorporados à analise.
A reunião será transmitida pela Anvisa:
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