O Brasil chegou à marca de 600 mil mortespor covid-19 registradas desde o início da pandemia — os óbitos somavam 600.077, por volta das 14h24 desta sexta-feira (8) .
A pior fase da crise se deu nos primeiros meses deste ano, quando mais de 4 mil pessoas morriam por dia. Em apenas quatro meses, entre fim de fevereiro e fim de junho, mais de 300 mil vidas foram perdidas. Um período que foi marcado pela rápida difusão de variante gama pelo país num momento em que a vacinação ainda avança aos tropeços.
O avanço da vacinação, que ganhou força nos últimos meses, contribuiu para a redução no ritmo das mortes e dos casos. E dos mais de 4 mil mortos por dia, chegamos a setembro com cerda de 600 mortos por dia – um número ainda trágico, mas que aponta um cenário muito melhor do que o de antes.
O número de casos de covid-19 também passou a evoluir em velocidade menor do que a que se viu nos primeiros meses do ano. Na tarde desta sexta, o total de diagnósticos acumulados chegou a 21.983.752.
Um resultado visível dessa melhora está nos hospitais. Depois de uma fase de colapso na oferta de leitos, devido à explosão de contaminações, a estrutura hospitalar pública e privada não tem mais superlotação e de caos no atendimento. Essa melhor também é reflexo da imunização – especialmente da população mais velha, mais suscetível a complicações provocadas pela doença.
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