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Dias d'Ávila É do Povo

“Houve um racha”, afirma Marant sobre votação de projeto de Júnior do Requeijão

O projeto de lei nº 309/2021 que prever alteração de nomes de algumas ruas no município foi aprovado por cinco votos, maioria dos vereadores de oposição.

29/10/2021 13h00 Atualizada há 5 anos atrás
Por:
Leo Anjos
Leo Anjos

Em participação no Programa É do Povo, transmitido pelo canal do youtube do Mais Região, na manhã desta sexta-feira (29), o vereador de Dias d’Ávila, Marant Azevedo (PSD) comentou sobre a indicação do projeto do vereador Júnior de Requeijão (PSDB) que teve abstenções e votos contrários dos próprios colegas da base do governo. O projeto de lei nº 309/2021 que prevê alteração de nomes de algumas ruas no município não foi aprovado, recebeu seis votos a favor, maioria dos vereadores de oposição.

“Houve um racha, eu acho que faltaram com respeito com Júnior do Requeijão, que faz parte da base do governo. E falei isso na Câmara. Por que não discutiram isso antes?, nos bastidores? indaga Marant, que concluiu – “O vereador faz parte do grupo, como o próprio grupo racha? Alguns votaram contrários e outros se abstiveram de seus votos”.

O Projeto de Lei recebeu cinco votos a favor dos vereadores: Marant Azevedo; Joabe Palmeira (PSD); Cleiton Lima (PSD); Júnior do Requeijão; Raimundo Santana (PRB) e Renato Henrique (PP). As abstenções foram dos vereadores: Professor Mazinho (PSDB); professora Rosenir (PT), Tucano (PSD) e Josias da Feira (PTB). O projeto contou com os votos contrários dos vereadores: Tiago Saraiva (PT), Josemar Sousa (DEM); Irmão Edvaldo (PSD), Regiane da Saúde (PTB) e Pastor Júnior de Araci (PSD).

Críticas a saúde

Durante toda a entrevista, desta sexta, o vereador Marant avaliou a saúde no município como péssima. “De janeiro até outubro a saúde piorou 100%. Uma amiga minha precisou de um atendimento médico na segunda-feira, ela foi à UPA, às 15h, com fortes dores na coluna, dores de cabeça e no corpo. Chegou na UPA e não foi atendida, me ligou e encaminhei o contato do secretário de saúde e ela não teve o retorno. Saiu da UPA às 18h sem ser atendida. Eu vejo um verdadeiro descaso na saúde, não tem medicamentos básicos e as pessoas me ligam todos os dias para falar”, afirma.

Assista a entrevista na íntegra:

 

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