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Por mais eficiência, secretaria de Saúde planeja relocar emergência pediátrica para Hospital Municipal

Na oportunidade, Rodrigo Martins afirmou que já foi solicitado a construção de novas UPA.

24/07/2023 10h33 Atualizada há 3 anos atrás
Por: Fonte: Mais Região
Keila Abreu
Keila Abreu

A saúde de Dias d’Ávila foi tema no Programa É do Povo, transmitido nesta segunda-feira (24), na Sauipe FM. O secretário da pasta, Rodrigo Martins e o subsecretário André Rosas destacaram algumas ações previstas, dentre elas a transferência da emergência pediátrica da Unidade de Saúde para o Hospital Municipal Dilton Bispo de Santana.

De acordo com Rodrigo, a secretaria aguarda uma ordem do prefeito para abrir ala da emergência pediátrica para o hospital municipal. “Estamos na tramitação adaptando a estrutura para instalação da emergência pediátrica e organizando para estar funcionando 100% a parte de emergência pediátrica. Vamos tirar a UPA e trazer para o hospital”, afirma.

Novas UPA

Conforme Martins, a secretaria já apresentou as necessidades e solicitou do governo estadual a construção de novas Unidade de Pronto Atendimento, através de um convênio. “Já solicitamos a construção da unidade de saúde nos bairros: Leandrinho, Barragem Santa Helena, Imbassay e Cristo Rei. Dessas já estão aprovadas as unidades do Leandrinho, Futurama e Barragem.

O prazo para construção dos novos equipamentos depende do Estado.

Telemedicina

A prefeitura de Dias d’Ávila tem um convênio com o TeleNordeste e conta com uma nova forma de atendimento digital, a Telemedicina de Pronto Atendimento (PA Digital). “Temos a disposição em todas as unidades de saúde da família esse equipamento que permite o acesso a consulta por telemedicina. É feito o agendamento com nossa equipe médica e com o profissional especialista do Sírio-Libanês. A evolução está cada dia mais constante e eficaz”, dispara, Martins.

Funcionamento do hospital

Para Rodrigo, hospital funciona com a capacidade de 60%. “O hospital municipal não funciona 100% por conta da subestação de energia, temos uma obra que não foi finalizada com a Coelba, o que impede o hospital funcionar 100%. Hoje ele funciona com a capacidade de 60%”, alerta.

Assista a entrevista na íntegra:

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