Gabriel Martins de Morais foi condenado a 16 de prisão pela morte de sua ex-esposa, Janaina Arcanjo Santos. O júri aconteceu na tarde de terça-feira, 25, e a sentença foi publicada nesta quarta-feira, 25, e o Conselho de Sentença reconheceu por maioria dos votos a autoria, materialidade e nexo causal (relação entre ação e o crime).
“O réu agiu com dolo excessivo ao comum do tipo penal em razão do modo empreendido para a execução do crime, em que a vítima foi atingida com por projétil de arma de fogo na região da cabeça e, consoante relatado pela testemunha ngela Dantas Silva Machado, após a execução do disparo, com a vítima ainda respirava quando o Réu pisou em suas costas pressionando o rosto da vítima contra uma poça de sangue para conter o barulho e após, envolveu sua cabeça em um saco plástico”, narrou a juíza Andrea Teixeira Lima Sarmento Netto, em sua decisão.
A juíza manteve a prisão preventiva de Gabriel. Segundo a decisão, “as circunstâncias do caso concreto denotam o acentuado perigo que a liberdade do Réu representa para o convívio social, de modo que é insuficiente a substituição da preventiva por outras medidas cautelares”. Ainda cabe recurso para condenação.
O CRIME
No dia 15 de agosto de 2022, Gabriel atirou e torturou a ex-esposa, Janaina Arcanjo Santos. Após o crime, ele teria deixado o corpo da vítima na entrada da localidade da Roça da Sabina, na Barra.
As investigações apontaram que Gabriel mantinha relacionamento amoroso com a vítima e tinha uma amante, que o ajudou na execução do crime.
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