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Dias d'Ávila Investigação

Com exclusividade, delegado conta detalhes do caso da morte da cantora gospel Sara Freitas

Em entrevista ao programa É do Povo, delegado Euvaldo Costa expõe planejamento meticuloso e brutalidade do crime que chocou o mundo gospel

30/04/2024 14h58 Atualizada há 2 anos atrás
Por: Redação Fonte: Mais Região
Keila Abreu/Mais Região
Keila Abreu/Mais Região

Pela primeira vez desde o terrível assassinato da cantora gospel Sara Freitas, o delegado Euvaldo Costa, titular da 25ª Delegacia Territorial de Dias d’Ávila, quebrou o silêncio e compartilhou detalhes sobre o caso. Durante entrevista ao programa É do Povo, na manhã desta terça-feira (30), Costa revelou que o crime, ocorrido em outubro do ano passado, foi meticulosamente planejado ao longo de 48 dias.

O delegado explicou que, de acordo com as investigações, os responsáveis pelo crime consideraram até mesmo a possibilidade de a cantora gravar vídeos para suas redes sociais, o que poderia deixar pistas sobre sua localização. O suposto motorista de aplicativo, um dos envolvidos, tomou medidas para ocultar sua identidade, usando máscara, boné e óculos durante a execução do plano macabro.

"Buscamos investigar todo o percurso do crime, desde a sua concepção até a execução, revelando todas as ferramentas utilizadas e a participação de cada envolvido", explicou Euvaldo Costa durante a entrevista. Ele detalhou como os criminosos agiram e como cada um deles desempenhou seu papel na tragédia que culminou na morte da cantora.

A brutalidade do crime também foi exposta pelo delegado. Sara Freitas lutou pela sua vida, resistindo e entrando em uma luta corporal desesperada com um dos autores do crime. No entanto, ela acabou sendo dominada e atingida por 22 facadas, uma das quais rompeu sua medula cervical, selando seu trágico destino.

Segundo Euvaldo Costa, os acusados receberam a promessa de pagamento de R$ 2 mil para cometer o assassinato. As circunstâncias angustiantes que envolveram a morte de Sara Freitas foram detalhadas no programa É do Povo, oferecendo uma visão mais clara e perturbadora sobre esse crime que teve repercussão nacional.

Situação dos acusados

Na segunda audiência de instrução, em 16 de abril, os quatro acusados de matar a pastora, Ederlan Mariano, o então marido da vítima, Bispo Zadoque, Gideão Duarte e Victor Gabriel de Oliveira não foram ouvidos, adiando o processo para o dia 7 de maio. Realizada no fórum criminal de Dias d'Ávila, a sessão incluiu o depoimento de testemunhas de defesa e acusação. Após a terceira audiência, o caso deve ser encaminhado para júri popular.

Para aqueles que desejam entender mais sobre esse caso e ouvir as revelações impactantes do delegado Euvaldo Costa, o programa É do Povo disponibilizou a entrevista na íntegra para visualização.

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