Mesmo com a queda de quase 5% em março, o gás de cozinha vendido em Salvador continua sendo o segundo mais caro entre as capitais brasileiras, ficando atrás apenas de Boa Vista, em Roraima.
Segundo informações da TV Bahia, o preço médio do botijão na capital baiana é de R$ 131,67, enquanto em Boa Vista chega a R$ 136,90.
Dados divulgados em janeiro pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) indicam que a Bahia tem o terceiro preço mais alto do país, atrás apenas de Roraima e Amazonas.
A Acelen, responsável pela administração da Refinaria de Mataripe (antiga Refinaria Landulpho Alves) desde 2021, define o valor do gás no estado. Somente no ano passado, foram registrados sete reajustes.
Um levantamento do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais apontou que o preço do gás praticado pela Acelen para as distribuidoras é o mais alto entre as refinarias privatizadas.
Em nota, a Acelen afirmou que os preços seguem critérios de mercado, levando em conta fatores como o custo do petróleo — adquirido a preços internacionais —, variação do dólar e frete. A empresa também destacou que, assim como outras refinarias privadas no Brasil, busca maior competitividade na oferta de petróleo nacional.
Além disso, a Acelen ressaltou que adota uma política de preços “transparente, baseada em critérios técnicos e alinhada às práticas internacionais de mercado”.
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