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Política em Foco Política

ACM Neto desafia Jerônimo para debate e critica gestão da saúde na Bahia

Vice-presidente do União Brasil se coloca à disposição para discutir política estadual e propõe medidas para enfrentar gargalos na saúde pública

30/09/2025 22h13
Por: Luana Velloso Fonte: Redação
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O vice-presidente nacional do União Brasil e presidente da Fundação Índigo, ACM Neto, afirmou nesta terça-feira (30) que está disponível para debater com o governador Jerônimo Rodrigues (PT) sobre a situação política e administrativa da Bahia. O posicionamento ocorreu durante a segunda edição do fórum “SOS Bahia”, realizado em Salvador, após o petista ter evitado um encontro direto com o opositor em entrevista à Rádio Band News.

“Nós topamos um debate com o governador aonde ele quiser. Ele pode marcar o dia e a hora. Se quiser fazer no Centro Administrativo, no Palácio de Ondina, eu topo”, declarou ACM Neto, ressaltando que considera a realização do debate uma dívida desde o segundo turno das Eleições de 2022, quando Jerônimo Rodrigues teria evitado o confronto direto.

Além da política, ACM Neto colocou a saúde pública no centro do debate. Ele destacou o desequilíbrio entre a oferta de vagas hospitalares, especialmente de UTI, entre a capital e o interior. Segundo o ex-prefeito de Salvador, o problema não pode ser resolvido sem aproximação com os municípios. “É preciso atuar na prevenção, dar suporte à atenção básica e ampliar hospitais municipais que possam resolver atendimentos de baixa e média complexidade”, explicou.

O vice-presidente também defendeu a retirada de pacientes emergenciais da fila da regulação para garantir atendimento imediato. “Casos de infarto, AVC ou politraumatismo não podem esperar. Por que esperar? Precisa de atendimento imediato”, afirmou.

ACM Neto criticou a falta de articulação do governo estadual com as prefeituras baianas, apontando a ausência de coordenação como um entrave histórico do PT. Ele sugeriu que o fortalecimento de hospitais municipais, com apoio do Estado, poderia desafogar os grandes hospitais e acelerar o atendimento nas filas de regulação, melhorando a eficiência do sistema de saúde estadual.

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