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Júnior Requeijão quebra silêncio e acusa irmã de ataques após morte da esposa

Em entrevista ao programa É do Povo (Sauípe FM), Júnior Requeijão afirmou ter recebido mensagens ofensivas da irmã, Marileide, e atribuiu motivação política ao episódio que envolveu também o companheiro dela, Léo Mineiro

12/11/2025 13h45 Atualizada há 8 meses atrás
Por: Anderson Almeida Fonte: Mais Região
Keila Abreu / Mais Região
Keila Abreu / Mais Região

O presidente da Câmara de Dias d’Ávila, Júnior Requeijão (PSDB), falou publicamente pela primeira vez sobre a polêmica envolvendo sua irmã, a empresária Marileide, e o companheiro dela, Léo Mineiro. Em entrevista ao programa É do Povo, da Rádio Sauípe FM (102,9), nesta quarta-feira (12), o parlamentar relatou ter sido alvo de ataques e mensagens ofensivas da irmã poucos dias após a morte da esposa, Paula Carneiro, que era subsecretária de Desenvolvimento e Proteção Social do município.

Segundo Requeijão, Marileide teria rompido com a maioria dos irmãos há anos e mantinha contato apenas com ele. “Ela passou 17 anos de mal com todos os irmãos, só comigo que se dava. Mas era uma pessoa difícil. Mesmo assim, eu compreendo e perdoo”, disse. O vereador afirmou que, dias após o falecimento de Paula, ocorrido em 12 de janeiro de 2024, passou a receber áudios e textos ofensivos enviados pela irmã.

“Ela começou a mandar mensagens dizendo que Paula era uma cobra, uma carniça que estava fedendo. Isso me chocou muito. Eu escondi dos meus filhos, mas um dia eles viram no celular e ficaram revoltados”, contou o parlamentar. Requeijão destacou que o episódio agravou seu quadro de depressão, que já vinha sendo tratado desde antes da perda da esposa.

O vereador também declarou que as ofensas se intensificaram durante o período eleitoral e que acredita ter havido motivação política por trás da atitude da irmã. “Acho que ela quis levar isso pra política. Eu errei em responder, mas aprendi. Sou um homem público e tirei uma lição disso tudo”, disse.

Durante a entrevista, Júnior Requeijão agradeceu o apoio que vem recebendo da população de Dias d’Ávila após a repercussão do caso. “As pessoas me conhecem. Nunca medi ninguém por conta bancária, opção sexual ou cor da pele. Quem quer ser vereador tem que trabalhar, estar disponível. O povo é sábio”, concluiu.

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