Sheikh Hasina, ex-premiê de Bangladesh, foi condenada à morte pelo tribunal interno do país nesta segunda-feira (17). Ela foi considerada responsável pela repressão que deixou cerca de 1.400 manifestantes mortos e 25 mil feridos durante os protestos estudantis de 2024, episódio que resultou na queda de seu governo.
No veredito, os magistrados afirmaram que ficou “cristalino” que ela “incitou os ativistas de seu partido… e, além disso, ordenou que matassem e eliminassem os estudantes que protestavam”. A corte declarou ainda que “Sheikh Hasina cometeu crimes contra a humanidade por sua incitação, ordens e omissão em tomar medidas punitivas”. Ela nega as acusações e segue exilada na Índia.
Seus defensores acionaram a Organização das Nações Unidas (ONU) alegando falta de garantias legais, enquanto o governo interino solicita extradição. Antes da sentença, Daca registrou explosões e confrontos, aumentando o temor de instabilidade política.
A trajetória da ex-líder reúne poder, exílios e denúncias de autoritarismo. Filha do fundador do país, comandou Bangladesh por anos, impulsionou o desenvolvimento econômico e enfrentou críticas por violência política e censura, fatores que antecederam sua remoção.
Proteção às mulheres Operação Por Elas encaminha mais de 3 mil investigados por crimes contra mulheres à Justiça em Salvador e RMS
Inclusão BYD oferece 71 vagas exclusivas para PCD durante ‘Dia D’ em Salvador
Tragédia Helicóptero que levava cantor Rick e mais três tripulantes é encontrado após horas de buscas em SC
Nova orientação Testemunhas de Jeová flexibilizam regra sobre doação de sangue
Operação Polícia Civil mira organização criminosa ligada ao tráfico de drogas e homicídios e bloqueia até R$ 300 milhões
BUSCAS EM SC Cães e drones térmicos reforçam buscas por helicóptero que levava cantor Rick, em Santa Catarina