A tecnologia do impedimento semiautomático está devidamente implantada e apta para uso na Arena Fonte Nova, de acordo com informações obtidas pelo portal A TARDE. Conforme adiantado pela reportagem no fim do mês passado, o sistema foi testado no último sábado, 9, na partida entre Esporte Clube Bahia e Cruzeiro, válida pelo Campeonato Brasileiro.
Os testes são realizados com a bola rolando, em partidas oficiais, mas é importante ressaltar que o sistema ainda não foi utilizado como ferramenta de revisão em possíveis lances polêmicos durante os jogos. O aferimento da tecnologia serviu para avaliação da precisão do sistema, com o objetivo de deixá-lo plenamente operacional — processo que já foi concluído.
As câmeras do sistema estão posicionadas em seis pontos do estádio: três de cada lado dos setores Leste e Oeste. Dois equipamentos são direcionados para o meio-campo, enquanto os outros quatro ficam nas extremidades, próximos às linhas da grande área. Esses dispositivos são responsáveis por gerar uma espécie de “réplica virtual” da partida, com os lances sendo analisados por meio de inteligência artificial.
Como funciona a "Réplica Virtual"
Diferente do VAR convencional, que depende do traçado manual de linhas, o sistema semiautomático utiliza uma infraestrutura robusta:
Hardware: São instalados cerca de 27 aparelhos de telefone celular de última geração em pontos estratégicos do estádio.
Inteligência artificial: Esses dispositivos captam milhares de pontos de dados dos jogadores e da bola, gerando uma réplica virtual em tempo real.
Agilidade: A IA identifica o momento exato do chute e a posição dos atletas, enviando um alerta automático para a cabine do VAR.
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